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O ESTADO DA ARTE


Vista geral da feira. Fotografia: Jéssica Mangaba para SP-Arte/2018


Vista geral da feira. Fotografia: Ênio Cesar para SP-Arte


Stand da Galeria Luciana Brito. Fotografia: Leo Eloy para SP-Arte/2018


Stand da Galeria Mendes Wood DM. Fotografia: Ênio Cesar para SP-Arte/2018


Vista geral da feira. Fotografia: Ênio Cesar para SP-Arte/2018


Vista geral da feira. Fotografia: Ênio Cesar para SP-Arte/2018


Stand da Galeria Neugerriemschneider. Fotografia: Jéssica Mangaba para SP-Arte/2018


Vista geral da feira. Jéssica Mangaba e Ênio Cesar para SP-Arte/2018

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SP-ARTE/2018 E A DIFÍCIL TAREFA DE ESCOLHER O QUE VER

JULIA FLAMINGO

2018-05-22




 

Para alguns visitantes, uma feira é um local de boas aquisições; para outros, uma chance de ver uma reunião tão grande de obras que nem mesmo um museu dá conta. E para a grande maioria, um lugar intenso, com uma quantidade excessiva de estímulos visuais e sonoros, que comprime em alguns dias uma agenda atribulada e sofisticada, num convívio diário com protagonistas do cenário das artes visuais. Na 14a edição da SP-Arte, a experiência não foi diferente. Mais de 34 000 pessoas visitaram o evento entre 11 e 15 de abril e perambularam pelas rampas modernistas do Pavilhão da Bienal, de Oscar Niemeyer - monumento arquitetônico que surpreende até mesmo os visitantes que já passaram dezenas de vezes por lá. Com 132 galerias de arte e outras 33 de design (o que deve somar cerca de 2 000 artistas e 5 000 obras), a maior feira da América Latina teve neste ano o engajamento como grande diferencial. Mesmo que sutil, ele substituiu o lugar da imparcialidade ou sobriedade que muitas feiras de arte preferem ocupar. Sessões de debates que não discutiam apenas o colecionismo, mas também assuntos como sexualidade e performance; uma publicação que não se limitava a apresentar obras trazidas pelas galerias, mas uma revista que problematizava questões atuais da arte, como o selfie; e, por fim, um espaço dedicado à performance, onde ações voltadas ao corpo político aconteceram ininterruptamente no período da feira. Mais perceptível para uns do que para outros, tal engajamento da SP-Arte foi importante num momento em que a arte e o mercado não podem fingir passar ilesos das discussões politicas e sociais que borbulham no Brasil.

Entre os três andares e 27 000 metros quadrados do Pavilhão, o segundo piso era o que chamava mais atenção, já que reunia as galerias contemporâneas brasileiras e internacionais de peso. A paulistana Luciana Brito tinha um dos estandes mais bonitos da feira, com trabalhos de Marina Abramovic e Bosco Sodi. Da artista sérvia, a galeria trouxe instalações em que cristais são dispostos de maneira que o público pudesse tocar e interagir, a fim de testar seu poder energético. As obras são resultado da pesquisa em rituais transcendentais pelo Brasil, que também virou o documentário “Espaço Além”. A espiritualidade também estava presente na obra do mexicano Bosco Sodi, que apresentou pedras banhadas a ouro coletadas por ele em vulcões. A paulistana Mendes Wood DM, se diferenciou pelo seu perfil que beirava o extravagante: ela cobriu seu espaço com cortinas azuis, obra do espanhol Daniel Steegmann Mangrané, através da qual era impossível não perceber a instalação de pedras do japonês Kishio Suga, que participou da ultima Bienal de Veneza, no ano passado. Por falar em japonês, a galeria Bergamin & Gomide trouxe para o Pavilhão e para sua galeria em São Paulo, os belos trabalhos de Takesada Matsutani que, aos 81 anos, ganhou sua primeira individual no Brasil. Ele usa cola de vinil em suas telas e a própria respiração para criar bolhas de diferentes texturas e tamanhos. Também inovou a galeria Dan Contemporânea, um braço da Dan Galeria, que não fez tanto sucesso com suas peças de artistas modernos como com obras atuais do inglês Tony Cragg e da dupla finlandesa Tommi Grönlund e Petteri Nisunen. Eles assinaram instalações mecânicas de ímãs e vidro. Ainda no segundo andar, era impossível não parar para admirar de perto a escultura de vidro de Dan Graham, na galeria mineira Celma Albuquerque.

 

Entre seus destaques internacionais (quinze países foram representados no Pavilhão), a alemã Neugerriemschneider, trouxe o trabalho de bicicletas do chinês Ai Weiwei, que discute os direitos e ir e vir, faz referencias à marca que produz bicicletas em massa em Xangai desde 1940 e, ainda, ao ready-made de Duchamp. O efeito estético das várias bicicletas conectadas é mesmo impressionante. Menos fotografáveis, as pinturas do sueco Andreas Eriksson mostravam o minimalismo nórdico em trabalhos de cores claras e pinceladas quase perfeitas. Da poderosa White Cube, um grande tecido de juta de tons escuros assinado pelo ganês Ibrahim Mahama fazia o contraponto das paredes brancas do espaço. Logo à sua frente, uma imponente escultura de Theaster Gates também parecia mostrar para que veio a galeria londrina. A britânica Stephen Friedman, com desenhos talhados em madeira pelo alemão Stefan Balkenhol, era outro chamariz de público, pela atualização desta técnica tradicional.

Os setores curados, Solo e Repertório, costumam ser destacados tanto pelo tom novidadeiro como pelo fato dos estandes terem uma narrativa, apresentarem poucas obras e textos informativos. No Solo – na qual 16 galerias apresentaram projetos de um único artista, selecionados por Luiza Teixeira de Freitas – Mar Arza, da galeria espanhola Rocio Santa Cruz, transformou textos sobre papeis em esculturas singelas, enquanto a portuguesa Balcony apresentou os escritos de Horácio Frutuoso que tomavam as paredes e chão do estande com desabafos.

Foi extraordinário poder acompanhar as cinco performances que aconteciam entre o abrir e fechar das portas ao longo da feira. Grande novidade da edição, o Setor Performance, curado por Paula Garcia, apresentava verdadeiros exercícios de resistência, na qual os performers propuseram ações que foram se aproximando com o passar do tempo. Destaque especial para Paul Setúbal, que criou uma engenhoca feita de roldanas e cabos para sustentar com o corpo uma escultura de 250 quilos de Franz Weissmann. Também não ficou para trás a dupla Protovoulia, formada por Jéssica Goes e Rafael Abdala. Com uma quantidade gigantesca de cinzas, eles criavam cenários densos e trabalhosos: a força do efeito estético estava aliada à presença desoladora e séria dos performers.

A programação extravasava ainda para além do Parque do Ibirapuera, onde está localizado o Pavilhão. Em bairros que concentram um grande número de espaços de arte, como Jardins e Vila Madalena, aconteceram dezenas de eventos a partir de 5 de abril. Aberturas de exposições, visitas guiadas, lançamentos de livros, festas e coquetéis transformam esse período num dos mais agitados (e esperados) do calendário das artes paulistano. Durante duas noites, o público foi convidado a participar do Gallery Night, na qual cerca de quarenta espaços da cidade abriram suas portas para uma programação gratuita. Na Galeria Vermelho, Dias & Riedweg apresentaram a excelente mostra “CameraContato” feita a partir do trabalho do fotógrafo e ativista americano Charles Hovland, que fotografou, durante 20 anos, fantasias sexuais de interessados em seus anúncios no jornal. A Galeria Luciana Brito expôs uma individual da argentina Liliana Porter, com suas marcantes miniaturas que integram cenas construídas por ela. Já a Fortes Vilaça & Gabriel, sediou a coletiva “Esse Obscuro objeto do desejo”, concebida pelo curador Philip Larratt-Smith, que escolheu trabalhos de artistas como Douglas Gordon, Felix Gonzalez-Torres, Iran do Espírito Santo, Tacita Dean e Wolfgang Tillmans para falar sobre a instabilidade e ansiedade incitadas pelo desejo. Nestas semanas seguintes ao evento, quem ficou na cidade tem o privilégio de ainda aproveitar a rebarba do Festival Internacional de Arte de São Paulo e visitar as mostras que, por falta de tempo, tiveram que ser deixadas de fora do roteiro.

 


Julia Flamingo 
Nascida em São Paulo, Brasil, é formada em Jornalismo e História. Comanda o site Bigorna – um olhar generoso sobre a arte atual (bigorna.art.br). Colabora como repórter de artes visuais para veículos nacionais e estrangeiros. Trabalhou como repórter e crítica de arte da revista Veja São Paulo entre os anos de 2015 e 2017 e foi assessora de eventos como SP-Arte e Bienal de São Paulo.

 

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