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MANOEL BARBOSA E VÂNIA ROVISCO DEBATEM A PERFORMANCE EM PORTUGAL

2018-04-13




A Fundação Bienal de Arte de Cerveira dá destaque, em Abril e Maio, à temática da performance em Portugal, propondo a reflexão com uma mostra e com o ciclo de debates “Arqueologia da performance em Portugal: escavação, história, memória e arquivo”. Este sábado, 14 de abril, Manoel Barbosa e Vânia Rovisco estarão em conversa no Fórum Cultural de Cerveira a partir das 16h00. A entrada é livre.


Manoel Barbosa | 14 de abril (16h00)

“Bienal de Cerveira – Excelente Exemplo em Portugal”

Nota biográfica: Nasceu em 1953, Rio Maior. Reside e trabalha em Lisboa e temporariamente (desde 2004) em NYC e em Como, Itália. Desenvolve a sua atividade entre: pintura, performance art, instalação e vídeo art. No início dos anos 1970, foi um dos precursores da performance, instalação e vídeo art em Portugal. Orientou workshops de performance em Brasil, Espanha, França, Irlanda, Itália, Portugal. Apresentou conferências e comunicações sobre arte corporal e performativas em universidades, simpósios, museus, institutos, festivais. Organizou eventos de artes performativas. Apresentou exposições de pintura, desenho, arte conceptual, instalações, exibições de vídeo art em Portugal e no estrangeiro. No âmbito da performance, destaque para a inclusão do seu trabalho em mostras antológicas em Tokyo, New York City, Toronto, Paris, Milano, Ferrara, València, Bruxelles, Amsterdam, Dublin, London, Praga, San Francisco, Lyon, Cagliari, etc., e na 100 Years of Performance(doc), MoMA/PS1, New York e Garage-Center of Contemporain Art, Moscow. Vasta bibliografia sobre a sua obra.


Vânia Rovisco | 14 de abril, 16h30

“Reacting to Time, portugueses na performance”

Nota biográfica: Vânia Rovisco, define-se desde 2008 como artista visual performativa, inserindo o corpo na galeria de arte, onde expande o seu trabalho para outros médiuns – instalações ao vivo, luz, vídeo. Entre 2001 e 2007 foi intérprete da coreografa “Meg Stuart/Damaged Goods”. Dá workshops, faz direção de movimento e continua a trabalhar como interprete. Entre 2012 e 2015 colaborou em termos curatoriais com o Museu Arpad Szenes Vieira da Silva. Em 2013 estreou o solo “The Archaic”, “Looking Out”, The Night Knight”, e em 2014 encenou “Silos de carros e estradas giratórias para 10 homens”. Já em 2017 dirigiu a peça de grupo “Equanamidade – Ânimo Inalterável”. É cofundadora de plataforma artística Aktuelle Arquitektur der Kultur –AADK. O seu projeto contínuo “Reacting to Time – portugueses na performance (2014)” lida com o arquivo e transmissão de obras a partir de finais dos anos 60.