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ESTÃO ESCOLHIDOS OS 6 FINALISTAS DA 13ª EDIÇÃO PRÉMIO NOVOS ARTISTAS FUNDAÇÃO EDP

2019-01-17




Isabel Madureira Andrade, AnaMary Bilbao, Dealmeida Esilva, Mónica de Miranda, Henrique Pavão e Diana Policarpo são os seis finalistas da 13ª edição do Prémio Novos Artistas Fundação EDP. Os artistas vão integrar a exposição do Prémio que inaugurará em maio de 2019 no MAAT. Selecionados por Inês Grosso, Sara Antónia Matos e João Silvério, curadores da exposição, os seis finalistas – selecionados entre mais de 530 candidatos – vão apresentar novas obras, produzidas para a exposição e cujo vencedor será escolhido por um júri internacional, durante o decorrer da exposição.

O Prémio Novos Artistas Fundação EDP foi constituído em 2000 e desde então já distinguiu Joana Vasconcelos, Leonor Antunes, Vasco Araújo, Carlos Bunga, João Maria Gusmão e Pedro Paiva, João Leonardo, André Romão, Gabriel Abrantes, Priscila Fernandes, Ana Santos, Mariana Silva e Claire de Santa Coloma. O Prémio é reconhecido como um dos mais significativos no panorama artístico nacional e demostra a forte a aposta da Fundação EDP na descoberta de novos talentos e novas propostas artísticas na arte contemporânea em Portugal. A premiação destes artistas e a oportunidade que Fundação EDP oferece de trabalharem de forma orientada por um curador, e no contexto de um museu, tem-se revelado fundamental para o início ou reforço de significativas e notáveis carreiras nacionais e internacionais.

A exposição inaugura a 15 de maio, durante a feira internacional de arte contemporânea ARCOlisboa, e fica patente até outubro de 2019, na galeria da Central 1.



Isabel Madureira Andrade
Isabel Madureira Andrade é natural dos Açores. A sua formação foi feita na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e desde 2014 tem vindo a participar regularmente em diversas exposições coletivas como “Escalas Desejantes” no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa (2017), “Campanha” Casa – Museu Medeiros e Almeida, Lisboa (2016) ou “Arte Hoje”, Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa (2014); e exposições individuais como “Indícios”, Fundação Portuguesa das Comunicações & Galeria Bessa Pereira, Lisboa (2017). Está representada na coleção da Fundação Portuguesa das Comunicações, na coleção da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e em coleções privadas.


AnaMary Bilbao
AnaMary Bilbao, artista luso-espanhola, nasceu em Sintra, Portugal. Doutoranda em Estudos Artísticos - Arte e Mediações | Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - UNL e School of Arts - Birkbeck, University of London (Department of Film, Media and Cultural Studies), Fundação Calouste Gulbenkian e FCT (Setembro 2015 - Presente). Frequentou os cursos de Pintura e Cinema / Imagem em movimento na Ar.Co (2007-2009).
O seu trabalho encontra-se representado nas coleções públicas portuguesas como Coleção António Cachola e Coleção de Arte Contemporânea Figueiredo Ribeiro, e em coleções privadas entre Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha e Brasil.
Vive entre Lisboa e Londres.


Dealmeida Esilva
Nasceu em nos anos oitenta em Lisboa, Portugal. Atualmente vive e trabalha entre Zurich e Lisboa. Em 2010 terminou a Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. No mesmo ano muda-se para a Alemanha e entre 2010 e 2017 vive entre Hamburgo, Berlin, Leipzig e os Alpes. Em 2011, Dealmeida Esilva fez parte de uma residência organizada pela e-flux com o artista Liam Gillick, em Basel. Ao longo do seu percurso artístico Dealmeida Esilva tem exposto trabalho em Portugal, na Alemanha, na Suíça, República Checa e nas Filipinas.


Mónica de Miranda
Mónica de Miranda é artista visual e investigadora de Pós-doutoramento no Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa. Licenciada em Artes Visuais pela Camberwell College of Arts (Londres, 1998) e Doutorada pelo Universidade de Middlesex (Londres, 2014). Recebeu bolsas de doutoramento e de pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. É uma das fundadoras do projeto Hangar (Centro de residências artísticas, Lisboa, 2014). Participou em várias residências artísticas, de entre as quais se destacam: “Artchipelago” (Instituto Francês, Ilhas Maurícias, 2014); “Verbal Eyes” (Tate Britain, 2009), “Muyehlekete” (Museu Nacional de Arte, Maputo, 2008) “Living Together” (British Council/ Iniva, Georgia/London 2008). Das suas exposições individuais destacam-se: “Hotel Globo” (Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, 20 “Arquipélago”(Galeria Carlos Carvalho, Lisboa, 2014), “Erosion” (Appleton Square, Lisboa, 2013), “An Ocean Between Us” (Plataforma Revólver, Lisboa, 2012), “Novas Geografias” (198 Gallery, Londres / Plataforma Revólver, Lisboa / Imagem HF, Amsterdam, 2008). Das exposições colectivas destacam-se: “Telling Time” (Rencontres de Bamako Biennale Africaine de la Photographie 10 éme edition, Bamako, 2015); “Ilha de São Jorge” (14a Bienal de Arquitectura de Veneza, Veneza, 2014); “Line Trap” (Bienal de São Tomé e Príncipe, 2013); “An Ocean Between Us” (Paris Foto e Arco Madrid, 2013); “Do silêncio ao outro Hino” (Centro Cultural Português, Mindelo, Praia); “Arquivos Secretos” (AFL, 2012); “Once Upon A Time” (Carpe Diem, Lisboa, 2012); “L’Art est un sport de combat” (Musée des Beaux Arts de Calais, França, 2011), “This location” (Mojo Galeria, Dubai, 2010), “She Devil” (Studio Stefania Miscetti, Roma 2010), “Mundos Locais” (Centro Cultural de Lagos / Allgarve, Portugal, 2008), “Do you hear me” (Estado do Mundo, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2008),”United Nations” (Singapura Fringe Festival, Singapura, 2007).


Henrique Pavão
Em 2013, concluiu a sua licenciatura em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Entre 2014 e 2016 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo frequentado e concluído o Mestrado em Artes Visuais na Malmö Art Academy, onde estudou sob a orientação do artista dinamarquês Joachim Koester.
Em 2016 por ocasião do seu final de Mestrado, expôs “Fallen Between Cracks” na KHM Gallery, Malmö, que lhe valeu o prémio Edstrandska Stiftelsens Stipendium. Nesse mesmo ano foi nomeado para o prémio Novo Banco Revelação da Fundação de Serralves e recebeu uma bolsa da Royal Academy of Arts de Estocolmo.
Exposições individuais incluem: “Now I Became Aged” (2018) com curadoria de Sérgio Mah, Uma Lulik, Lisboa. “antes e depois de antes” (2017) com curadoria de Delfim Sardo, Culturgest Porto. “Wherever I am not is the Place Where I am Myself “ (2017) Appleton Square, Lisboa. “Fallen Between Cracks” (2016) KHM Gallery, Malmö.
Participou em exposições coletivas das quais se destacam: “Anozero’17” bienal de Coimbra (2017). “Edstrandska Stiftelsens Stipendiater” (2016) KHM Gallery, Malmö. “Grant Holder Show” (2016) Royal Academy of Arts, Estocolmo. Vive e trabalha em Lisboa.


Diana Policarpo
Diana Policarpo é uma artista visual e compositora, atualmente a desenvolver a sua catividade artística entre as artes visuais, música eletroacústica e a performance multimédia. Estudou música no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, licenciou-se em Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design (ESAD) e tem um Mestrado em Artes Visuais (MFA) pelo Goldsmiths College. O seu trabalho investiga relações de poder, cultura popular e política de género, justapondo a estruturação rítmica do som como um material tátil dentro da construção social da ideologia esotérica. Cria performances e instalações para examinar experiências de vulnerabilidade e empoderamento associadas a actos de exposição face ao mundo capitalista. O seu trabalho sonoro e instalações foi mostrado em exposições individuais no Belo Campo / Galeria Francisco Fino, Lisboa, PT (2018); Kunstverein Leipzig, DE (2017), lAB Artists Unlimited, Bielefeld, DE (2016); Xero, Kline & Coma, Londres, UK (2015) e Kunsthalle Baden-Baden, DE (2014). O seu trabalho também foi incluído em exposições colectivas no Chiado 8, Lisboa, PT (2018); Galeria Municipal do Porto, PT (2018), Galeria Francisco Fino, Lisboa, PT (2017), Tenderpixel Gallery, Londres, UK (2017); Mars Gallery, Melbourne, AU (2017), North Gallery, New Castle, UK (2016), Peninsula Gallery, Nova Iorque, USA (2015), W139, Amesterdão, NL (2015), AN/DOR, Londres, UK (2014) e Almanac, Londres, UK (2013). Policarpo apresentou recentemente instalações, performances e leituras no Lisboa Soa, Lisboa, PT (2018); Passos Manuel (Porto, PT), Kunsthall Oslo (NO), LUX - Moving Image, Instituto de Arte Contemporânea (ICA), The Lexington, Cafe Oto, Royal College of Art, Pump House Gallery, Iklectik, IMT Gallery, Enclave Gallery, Tenderpixel Gallery e The Horse Hospital em Londres.




Fonte: Fundação EDP