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JORNALISMO CULTURAL: O PASSADO, O PRESENTE E O FUTURO PORTUGUÊS – PARTE I



ZARA SOARES

2012-09-21




A 24 de maio de 1969, era transmitida na RTP a primeira emissão de um dos primeiros talk shows da televisão portuguesa: o Zip-Zip. Com Almada Negreiros como convidado principal – um ano antes da sua morte –, esta transmissão que acontecia em plena “Primavera Marcelista” teve um êxito imediato.

À pergunta de um jovem Carlos Cruz: “Eu fiz-lhe a pergunta, porque eu li algures que o primeiro contacto de Almada Negreiros com Fernando Pessoa terá sido uma pergunta que Almada Negreiros lhe foi fazer acerca da sua primeira exposição de desenhos”, o Mestre Almada responde: “É exatamente assim que vem nos jornais”. Este tempo de antena – uma entrevista de 25 minutos – dado a um dos maiores artistas portugueses, resultou num dos mais importantes momentos de jornalismo cultural em Portugal. “Qual a importância do fenómeno comunicação na sua carreira?”, volta a questionar Carlos Cruz. “Tenho 76 anos de idade e desde que me conheço, nunca pisei o risco fora daquilo que não fosse comunicação”, remata Almada Negreiros.


As primeiras coberturas de cultura

“As primeiras coberturas de cultura surgiram por volta do século XVIII em França, com os panfletos literários e revistas dirigidas especificamente ao público feminino. (...) O desenvolvimento do capitalismo industrial e concomitante inscrição da imprensa como fórum de mediação privilegiado na passagem do século XIX para o XX dão origem às primeiras publicações especializadas na área cultural. Numa resenha muito breve, cabe lembrar, a nível internacional, o nascimento da revista New Yorker (...), um marco que se mantém como referência até hoje (...). Mais tarde, nas décadas de 60 e 70, revistas como a Interview, a Playboy com os seus ensaios sobre cultura contemporânea em ambiente gráfico inédito ou a inglesa Spectator, (...) marcaram a explosão de novas formas de cultura e suas figurações nos media, associadas ao movimento de emancipação juvenil daqueles anos.

Em Portugal, a primeira referência a uma revista de caráter cultural é a deliciosa Gazeta Literária ou Notícias Exatas dos Principais Escritos Modernos, editada em 1761, no Porto. Os séculos XIX e XX foram abundantes em revistas de cultura e pensamento, de vida efémera mas significativa. (...) Durante a ditadura, no que hoje pode parecer um paradoxo, floresceram tertúlias, cineclubes e movimentos literários cuidadosamente veiculados em publicações que marcaram gerações como O Tempo e o Modo ou a Vértice. Nos jornais, as páginas de cultura eram um importante refúgio do combate político, com prosas lapidares assinadas por vultos da literatura portuguesa. Durante este período, a oferta existente no âmbito das revistas generalistas centrava-se na Flama, que fidelizou um público de qualidade, e no Século Ilustrado. Fundado a 1 de janeiro de 1938, era o suplemento semanal do O Século e durou até 1977, com um estilo popular (não sensacionalista) que agradava a um público numeroso”. Esta breve contextualização história é-nos descrita no artigo Evolução portuguesa do jornalismo cultural, escrito pela jornalista Teresa Maia e Carmo.


E Depois do Adeus?

Segundo Teresa Maia e Carmo, “nos intranquilos anos pós-revolução muitos foram os títulos nascidos e/ou desaparecidos em combate (República, Jornal Novo, A Luta, O Tempo, O Jornal), observando-se uma tendência de segmentação e especialização cada vez maiores que fará com que, na década de 80, comecem a aparecer jornais e revistas especificamente dedicados à cultura. (...) São desta altura os dois únicos semanários exclusivamente dedicados à área da cultura e espetáculos: o Se7e, que marcou de forma decisiva a geração que tem hoje entre 40 e 50 anos, e o Blitz, resistente (...). Ambos iam bem para lá do jornalismo cultural, sendo responsáveis por uma vivificação da cena artística portuguesa, não só porque a acompanhavam exaustivamente como também porque criavam tendências e vanguardas, premiadas todos os anos nas sessões dos Se7es de Ouro e Prémios Blitz”. Com o desenvolvimento das indústrias culturais e o aparecimento de uma nova “geração” de espaço público, “a informação cultural alargou-se aos jornais generalistas, que criaram editorias de Cultura, como as de Economia e Desporto. (...) Aí começam a desenhar-se profundas alterações, com a privatização, comercialização e crescente concentração de propriedade, que fará de 90 uma década já portadora das tendências que hoje se observam”. Mas “de um panorama equilibrado de matutinos e vespertinos, não ficou um único vespertino (Diário de Lisboa, Diário Popular, República ou A Capital, entretanto várias vezes ressuscitada e defunta). Temos hoje apenas três diários de referência: Diário de Notícias, Público e Jornal de Notícias”.

A hegemonia televisiva instalava-se. E “deu lastro à multiplicação de revistas de “vida social”, as chamadas revistas “cor-de-rosa””. Segundo Armando Teixeira Carneiro, membro fundador e professor do ISCIA (Instituto Superior de Ciências da Informação e Administração de Aveiro): “O campo televisivo foi ocupado, desde 1957 até 1992, pela RTP em monopólio estatal, utilizando o espectro de emissão que estava internacionalmente outorgado a Portugal. Em 1992 inicia as suas emissões o primeiro canal privado, a SIC, e em 1993 é a vez da TVI/Quatro iniciar a sua atividade. No passado, a RTP, ainda que condicionada pela censura oficial e pela sua própria autocensura, teve programas literários e culturais de grande qualidade. Há ainda que referir a qualidade e o serviço educativo prestado, durante anos, pelo seu Canal 2 com a TV Escola. Com a evolução dos tempos e a luta pela clientela publicitante os planos das grelhas internacionais acabaram por se impor em todos os canais inclusivamente nos canais estatais, sobretudo no Canal 1”, esclarece no seu artigo A cultura e os media em Portugal (uma análise interpretativa). E com o atual futuro “incerto” da televisão estatal e do “serviço público”, agudizam-se estas questões.

De acordo com Teresa Maia e Carmo: “Atualmente, os principais diários têm suplementos de natureza cultural com periodicidade semanal, na esteira da precursora Revista do semanário Expresso. O Público tem os suplementos Y (...) e Mil Folhas (...) e o DN publica o DNA” – tendo este artigo sido escrito em 2006, há que referir que atualmente os suplementos Y e Mil Folhas foram substituídos pelo conhecido Ípsilon, e que o suplemento DNA já não existe – o Diário de Notícias publica diariamente as seções de artes e media e a revista Notícias Magazine, ao domingo. Mas “o Jornal de Letras, Artes e Ideias resiste desde 1981 como único jornal temático dedicado à cultura, agora com uma tiragem residual e periodicidade quinzenal. Há ainda a referir o importante papel da revista trimestral Colóquio/Letras editada pela Fundação Calouste Gulbenkian e o suplemento Atual do Expresso”. Armando Teixeira Carneiro refere também “a publicação mensal Os meus livros e a publicação trimestral Ler, Livros & Leitores”. E a jornalista Dora Santos Silva destaca: “As newsmagazines – de que a Visão e a Sábado são os exemplos paradigmáticos – têm dedicado cada vez mais páginas às artes e à cultura”.

Teresa Maia e Carmo critica, contudo: “O declínio do estatuto do crítico, cuja perda de legitimidade é um fenómeno observável noutros países, começou entre nós com a afirmação do semanário O Independente, com o seu estilo iconoclasta, a trazer à imprensa uma leveza interpretativa em que uns poucos que não sabiam nada de nada escreviam tudo sobre tudo”. E continua: “Num país que já de si dá pouca atenção à cultura, a única agência noticiosa, a LUSA, não tem editoria de Cultura, tal como as televisões, com exceção recente da SIC. Os programas culturais rareiam e o desaparecimento polémico do magazine diário Acontece do canal 2 da RTP deu lugar a um substituto sem alma que se concentra sobretudo na missão de “cartaz”, limitando-se a divulgar o que acontece, à semelhança do que se passa nas estações privadas, que o fazem de forma breve nas franjas das suas grelhas, mercê do insólito pacote de “serviço público” imposto por lei. Bons espaços como o Laboratório na SIC Notícias (cabo) ou o Palco TSF (...) desaparecem, em consequência da restrição orçamental que o próprio Ministério da Cultura (patrocinador de alguns destes programas) tem vindo a sofrer”.

Hoje, segundo Dora Santos Silva, “assiste-se a duas tendências de jornalismo cultural em Portugal: ao mesmo tempo que a cultura aparece normalizada subordinada à agenda de eventos e ao mercado das indústrias culturais, surgem novas instâncias de legitimação da cultura em revistas alternativas, que conseguem fidelizar públicos com propostas estimulantes e originais. São os casos da Egoísta, da NEO2, da N*Style, da DIF, da Parq e (...) da Time Out”. A Umbigo ou a Cine Qua Non, as publicações online Rua de Baixo (sobre lifestyle e cultura alternativa), ARTECAPITAL (dedicado à arte contemporânea), a newsletter cultural LE COOL ou sites como o bodyspace (dedicado à música), tornaram-se também referências no panorama atual do jornalismo cultural português. E os programas Câmara Clara e Bairro Alto, ambos da RTP2, são igualmente ótimos exemplos de marcos revolucionários recentes dentro do contexto televisivo português de cobertura e divulgação cultural.


Continua.....


Zara Soares


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Bibliografia

Luiz Gadini, Sérgio, Tematização e Agendamento Cultural nas páginas dos diários portugueses, 2001-2002.

Maia e Carmo, Teresa, Evolução portuguesa do jornalismo cultural, 2006.

Pereira Lopes, Ígor, Jornalismo Cultural nas Redacções: Um olhar sobre a actuação dos jornalistas no Brasil e em Portugal, 2010.

Santos Silva, Dora, Tendências do Jornalismo Cultural em Portugal, 2009.

Santos Silva, Dora, Possibilidades políticas do jornalismo cultural digital na perspetiva da democracia deliberativa, 2011.

Teixeira Carneiro, Armando, A cultura e os media em Portugal (uma análise interpretativa), 2004.