Rachel Korman, Marginal, procura-se (homenagem a Helio Oiticica), 2010


Lara Morais, Anonimar, 2010


Lara Morais, Anonimar, 2010


Flávia Vieira e Tiago Mestre, Primeiro Estudo para Pedestal, 2010


Margarida Vala Silva, Barbarellas, 2010


Filipa Brito, Contemplate #4 , 2010


Filipa Brito, Contemplate #1, 2010


Ana Luísa Antunes, Lasso, 2010


Ana Pissarra,Trilogia: O Outro, o Duplo e o Antagonista, 2010


Lara Portela, Twelve Works, 2010


Lara Portela, Twelve Works, 2010


Alice Geirinhas, Laura Mulvey, 2010


Alice Geirinhas, Alice’s Guest Book, 2010


Ana Pérez-Quiroga, Inventário-Diário#2, Cair a seus pés, 2009


Cristina Mateus, Nova versão, 2010


Cristina Mateus, Nova versão, 2010


Isabel Ribeiro, if i can't fly, i don't want to. I, 2010


Isabel Ribeiro, if i can't fly, i don't want to. II, 2010


Nuno Ramalho, Sem Título, 2010


Nuno Ramalho, Sem Título, 2010

Exposições anteriores:

2017-11-09


A SHOW TO MORE VOICES | MOSTRA ESPANHA 2017




2017-09-21


LIGHTS, CAMERA, ACTION - Retratos do Cinema




2015-11-11


GERAÇÃO 2015




2015-09-01


TWIST THE REAL




2015-05-15


ABSOLUTELY + The Pogo Collection_screenings




2014-09-18


Devido à chuva a revolução foi adiada




2014-05-15


ART STABS POWER - que se vayan todos!




2014-03-06


Nós




2013-11-14


MOSTRA ESPANHA




2013-09-26


Dive in




2013-05-30


6749/010.013




2013-03-07


THE AGE OF DIVINITY




2012-11-05


CABEDAL | THE OPERA




2012-09-27


DIG DIG: DIGGING FOR CULTURE IN A CRASHING ECONOMY




2012-06-05


LIMBO




2012-04-12


O PESO E A IDEIA




2011-11-10


SUBTLE CONSTRUCTION | PANÓPTICO




2011-09-29


INFILTRATION // Le privilège des chemins




2011-06-22


AT THE EDGE OF LOGIC




2011-05-04


O QUE PASSOU CONTINUA A MUDAR




2011-03-17


UMA IDEIA NOVA DECLINA-SE FORÇOSAMENTE COM UMA DEFINIÇÃO INÉDITA




2011-01-21


A CORTE DO NORTE




2010-11-20


Pieces and Parts




2010-09-14


Tough Love - uma série de promessas




2010-06-17


De Heróis está o Inferno cheio (Piso 1) / If I Can't Dance, I Don't Want to be Part of your Revolution (Piso 3)




2010-04-07


Marginalia d'après Edgar Allan Poe (Piso 3)/Play Them (Piso 1)




2010-01-18


Objet Perdu




2009-11-12


Colectivo [Kameraphoto] (Piso 1) | VOYAGER (Piso 3)




2009-09-08


HEIMWEH_SAUDADE




2009-05-12


AGORA LUANDA - Kiluanje Liberdade e Inês Gonçalves




2009-03-21


A Escolha da Crítica




2009-01-14


Convite Cordial




2008-11-15


O Contrato do Desenhista - Exposição com curadoria de Paulo Reis




2008-09-15


ALL WORK AND NO PLAY - Exposição Colectiva




2008-06-11


TERRITORIAL PISSINGS - Exposição Colectiva




2008-04-28


NOVAS GEOGRAFIAS, LISBOA | Mónica de Miranda




2008-03-17


uma combinação | Armanda Duarte




2008-01-24


Central Europa 2019




2007-11-22


Video Killed The Painting Stars




2007-09-14


REMOTE CONTROL




2007-06-23


DEBAIXO DO TAPETE




2007-05-02


747.3




2007-03-22


VOYAGE, VOYAGE




2007-03-20


MUXIMA | Alfredo Jaar




2007-01-19


DECRESCENTE FÉRTIL




2006-11-14


SCULP YOUR MIND l MARIAGE BLANC l ANALOGÓNIA




2006-09-26


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2006-06-23


OLHEI PARA O CÉU E NADA VI




2006-05-06


PEDRO LOUREIRO: FOTOGRAFIAS 94-05




  
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De Heróis está o Inferno cheio (Piso 1) / If I Can't Dance, I Don't Want to be Part of your Revolution (Piso 3)


De Heróis está o Inferno cheio


De heróis está o inferno cheio parte de uma discussão colectiva sobre a noção de herói enquanto figura arquetípica do homem. O conceito de herói como ponto de partida para o questionamento da referencialidade na cultura contemporânea, já que no herói figura a idealização humana e o desejo colectivo. A crescente autonomização do sujeito social em detrimento da construção de um sentido referencial conduz a uma alienação histórica e identitária do homem. Por outro lado, o conceito de arquétipo está associado à criação de imagens ideais, regidas por cânones morais e éticas, circunscrevendo-se de uma forma mais abrangente numa lógica de categorização. Neste sentido, colocamos algumas questões que tentamos responder nesta exposição: terá o heroísmo lugar na cultura contemporânea? que género de heroicidade existe actualmente? há heroicidade na prática artística? manifestará o homem de hoje a sede por um protagonismo histórico e dramático? A interpretação do herói como alguém que se posiciona entre a figura divina e o homem leva incontrolavelmente à exploração de outras problemáticas adjacentes, nomeadamente o posicionamento social, cultural e político do sujeito nos dias de hoje.


 


"If I Can't Dance, I Don't Want to be Part of your Revolution"


Alice Geirinhas, Ana Pérez-Quiroga, Cristina Mateus, Isabel Ribeiro, Nuno Ramalho e Susana Chiocca são os artistas que compõem a exposição “If I Can't Dance, I Don't Want to be Part of your Revolution”. Seis artistas, três nascidos na década de 60, três na de 70 e de duas cidades, Lisboa e Porto que se reúnem a convite de Alice Geirinhas para pensarem sobre revolução, anarquia, utopia e arte tendo como livro de cabeceira o ensaio biográfico da investigadora Clara Queiroz sobre a anarquista oitocentista Ema Goldman. Revolucionária, contestatária, oradora carismática e editora da revista Mother Earth, Emma lutou toda a sua vida pelos direitos dos trabalhadores, das mulheres, dos homossexuais, pela liberdade sexual, controlo da natalidade, maternidade voluntária e contra a natureza repressiva do estado e da religião. As suas ideias foram recuperadas pelas feministas americanas e canadianas dos anos 70 do séc. XX e a sua frase que dá título a esta exposição, tornou-se num slogan das manifestações feministas, gritado e impresso em faixas e t-shirts. Emma poderia ter sido uma das activistas da revolução de Maio 68, uma miúda flower power a reivindicar pela paz, pelo direito ao sexo livre e pela pílula, uma amiga de John McLaren e da Vivienne Westwood no punk londrino, ou uma estudante lisboeta e revolucionária de 74 – as revoluções estéticoideológicas que marcaram as décadas em que os seis artistas nasceram. If I Can't Dance, I Don't Want to be Part of your Revolution, reflecte sobre a arte, o que é, onde está e para onde vai, de um modo artisticamente incorrecto no sótão de uma galeria lisboeta. Esta exposição conta ainda com a colaboração dos artistas António Olaio, Carla Cruz, Carlos Vidal, Fernando Ribeiro, Francisco Queirós, Gonçalo Pena, João Fonte Santa, Paulo Mendes, Pedro Amaral, Pedro Cabral Santo, Pedro Pousada e o designer Jorge Silva na realização de uma peça (um livro de artista) da artista/curadora, intitulada Aliceʼs Guest Book. Alice Geirinhas


 


 


A PLATAFORMA REVÓLVER é uma associação privada, independente e não comercial. Promove a arte contemporânea através da organização de exposições e de residências artísticas, e participa activamente na difusão e no diálogo internacional da arte. A Plataforma Revólver construiu um espaço activo para o público de Lisboa, plataforma de novas ideias acerca da arte contemporânea; organiza exposições temporárias, oferecendo a possibilidade aos artistas plásticos para poderem apresentar e discutir os seus trabalhos, colmatando, deste modo, um dos problemas fundamentais com que se debatem os novos criadores: a dificuldade em encontrar um lugar a partir do qual se façam conhecer, expressando-se e, simultâneamente, receber o contacto com o público – vital para que os seus projectos evoluam - submetendo-se ao seu olhar, olhar esse que poderá ser absolutamente crítico ou complacente. Apesar do foco ser a arte que os mais jovens actualmente fazem, o programa da Plataforma Revólver também inclui artistas bem-conhecidos, estabelecidos. A Plataforma Revólver apoia e estimula a criação de arte contemporânea, em concordancia com o caracter da pratica artistica nos dias de hoje, integrando as exposições varios meios e metodos de produção. A composição das exposições é ditada, por um lado, por um comissariado exterior à direcção do espaço, por outro, pela preocupação com a arte contemporânea e onde a arte assume um papel no desenvolvimento da cultura cívica e do pluralismo.


 


Dizer que a obra de arte faz parte da cultura é uma coisa um pouco escolar e artificial. A obra de arte faz parte do real e é destino, realização, salvação e vida. (Sophia de Mello Breyner)








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