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<title>Críticas artecapital.net</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.net/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[MANOEL DE OLIVEIRA | Manoel de Oliveira]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=194</link>
<description><![CDATA[Este autor que percorreu o século do cinema permanece ainda hoje como o amado e mal-amado do público português, basta verificar os tempos curtos de exibição dos seus filmes nas salas nacionais. Conhecido pelos tempos longos do seu cinema, é no Porto, sua terra natal que encontramos a primeira celebração do seu centenário, comemorado este ano com a exposição que lhe é dedicada no Museu de Serralves. Curada em parceria por João Fernandes e João Bénard da Costa (Director da Cinemateca Portuguesa e também actor nos filmes de Oliveira), esta exposição visa “levar a conhecer a todos os públicos a obra cinematográfica de Manoel de Oliveira”. A promessa é ambiciosa e esta é a primeira vez que uma instituição museológica portuguesa se confronta com um património cinematográfico de um autor vivo, com uma produção cinematográfica de mais de 40 filmes. Assisti à apresentação para a imprensa da exposição onde estão presentes o cineasta e os dois comissários e constatei a lucidez e o humor caústico do autor nas respostas aos jornalistas. <br>“P. - Como é a sua relação com a morte? <br>M.O. – Ainda não experimentei.”]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-08-04</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Manoel de Oliveira]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[RICHARD PRINCE | Continuation]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=193</link>
<description><![CDATA[Richard Prince (1949) é uma figura essencial no panorama artístico internacional. Algumas das suas obras, como os <i>Cowboys</i> ou as <i>Jokes</i>, pertencem obrigatoriamente a qualquer panorama da arte contemporânea dos últimos 10 anos, por mais sucinto que este possa ser. Prince está representado na grande maioria das colecções de arte contemporânea e as suas obras podem frequentemente ser vistas em exposições colectivas, seja em Portugal, seja no estrangeiro. Contudo, é bastante difícil que o grande público, e sobretudo europeu, tenha a ocasião de visitar uma exposição monográfica do seu trabalho e de aceder a uma revisão, mais ou menos exaustiva, do percurso e produção deste artista. Assim, e após a grande retrospectiva de Prince no Guggenheim de Nova Iorque no Outono de 2007, a Serpentine Gallery apresenta a última etapa desta exposição, que inclui algumas das obras mais características da sua carreira, juntamente com trabalhos novos e outras peças menos conhecidas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-07-25</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Continuation]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[CLIFF EVANS | Empyrean]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=192</link>
<description><![CDATA[Se pensasse naquilo que um artista renascentista do Norte da Europa poderia fazer, se no seu tempo tivesse à sua disposição um meio como a Internet, o resultado seria provavelmente “Empyrean”. Cliff Evans, um artista de origem australiana, mas radicado desde muito novo nos Estados Unidos encontra as fontes do seu trabalho em vários <i>web sites</i>, como o <i>Youtube</i> e outros, para dar vida às suas narrativas catárticas reflectindo a política global do mundo contemporâneo. A análise do poder é uma constante no trabalho deste artista – seja relativamente às guerras recentes, em que induz, ou denuncia, a forte influência económica – seja através de referências a cadeias de lojas multinacionais, ou a empresas petrolíferas; como por outro lado, o poder do mediatismo das celebridades ou a evidência de figuras paternalistas e com poder na sociedade (pregadores, <i>pivots</i> de telejornal, professores...).]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-07-18</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Empyrean]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JOÃO PAULO FELICIANO  | The Blues Quartet]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=191</link>
<description><![CDATA[O Centro de Artes Visuais apresenta um conjunto de trabalhos de João Paulo Feliciano (n. 1963), cujo denominador comum se situa na agregação e no diálogo das artes plásticas com a música – Feliciano integrou no passado projectos musicais, como <i>Tina and the Top Ten</i> e <i>No Noise Reduction</i>. “The Blues Quartet” (2004-2007) é a peça central deste conjunto, mostrada em 2007 no Contemporary Arts Center (Cincinnati, Ohio), com curadoria de Matt Distel, e agora no Centro de Artes Visuais, sob responsabilidade de Delfim Sardo. É sobre este dispositivo plástico-musical que procuraremos reflectir. <br>]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-07-13</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[The Blues Quartet]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | Articulações]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=190</link>
<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, o programa de valorização turística Allgarve pretende concentrar (ainda mais) as atenções turísticas sobre a parcela de território que maior densidade populacional estrangeira deverá ter, entre Junho e Agosto. O programa, que é vasto e que ambiciona juntar música, gastronomia, praia, animação e golfe e outros desportos e actividades de lazer, apresenta também uma componente de arte contemporânea, onde se inclui o projecto “Articulações”, comissariado por Nuno Faria.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-07-07</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Articulações]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[SARA & ANDRÉ | Sara & André]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=189</link>
<description><![CDATA[Há uma dupla auto-referencialidade inata ao trabalho da dupla Sara & André, que se prende não apenas com a imediata, e tão sensível, promoção de si próprios enquanto objecto discursivo. Na realidade, esta funde-se e é consequência de uma outra, maior e verdadeiramente estruturante, e que é, na sua primeira exposição individual, finalmente revelada – um profundo enraizamento teórico na história da arte. A incompreensível despolitização e irresponsabilidade social característica do trabalho da generalidade dos comercialmente apetecíveis artistas emergentes tem aqui uma proposta do seu reverso. Nada é feito ao acaso. E isso, hoje em dia, não é pouco.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-06-30</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Sara & André]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ALEXANDRE ESTRELA | Putting Fear in its Place]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=188</link>
<description><![CDATA[“Putting Fear in its Place” é o título da nova exposição individual de Alexandre Estrela, em apresentação no Espaço Chiado 8, em Lisboa, integrada no programa comissariado por Ricardo Nicolau. Pertencente à geração de artistas que se afirmou no decurso da década de 1990, Estrela tem, desde então, desenvolvido um vasto e consistente trabalho marcado por uma profunda reflexão sobre os procedimentos de produção da imagem e a sua recepção.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-06-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Putting Fear in its Place]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JAN FABRE | L’Ange de la métamorphose]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=187</link>
<description><![CDATA[O Museu do Louvre apresenta, neste momento, uma semi-retrospectiva da carreira de Jan Fabre, com cerca de 30 trabalhos deste artista datados de 1970 a 2008. O Anjo da Destruição, apresenta em Paris toda a polivalência e “metamorfoses” que caracterizam a sua obra numa “dramaturgia mental” declinada em: pintura, performance, escultura, desenho, instalação e vídeo. Após o sucesso obtido com  “Contrepoint”, um confronto entre a arte contemporânea e as colecções permanentes do Louvre, a direcção do Museu mais rico do mundo, convida Jan Fabre para uma “ocupação” do 2° andar dedicado à pintura das Escolas do Norte da Europa. Paralelamente , decorre uma série de conferências, filmes e debates sobre este autor. ]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-06-17</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[L’Ange de la métamorphose]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[MARCEL.LÍ ANTÚNEZ | Outras Peles]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=186</link>
<description><![CDATA[Com um percurso singular no campo dos eventos performativos que accionam junto do público alguns processos de afecção e reacção mais provocatórios, Lisboa volta a receber Marcel.lí Antúnez, numa apresentação evocativa de um período de produção artística que recua até cerca de 1994. <br>“Outras Peles”, assim se designa a exposição comissariada por Natxo Checa, estará patente na Galeria Zé dos Bois até ao dia 12 de Julho e ocupa a totalidade dos pisos superiores do nº 59 da Rua da Barroca. <br>O nome do artista catalão tornou-se conhecido nos anos oitenta, a propósito do projecto <i>La Fura dels Baus</i> e do aparato das suas encenações, recheadas de dispositivos provocatórios com que o grupo se foi tornando conhecido (inicialmente junto de um público com apetências para espectáculos de maior cariz experimental e depois, progressivamente, para um público mais indiferenciado e que, num contexto de circulação artística internacional, permitiu e legitimou o reconhecimento e prestígio do então inovador projecto teatral). <br>]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-06-12</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Outras Peles]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[RENATO FERRÃO | A C ack of ence]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=185</link>
<description><![CDATA[É em Aristóteles, que encontrámos explanada a ideia que na potência está também a potência de não. Ou seja, a potência de fazer algo contém em si, a potência de não o fazer. Na razão de economistas e analistas financeiros, existe algo análogo a que chamam custo de oportunidade, e que integra qualquer decisão de risco ou plano de investimento. No movimento (vontade), já algo nos escapa… Partimos, e esse <i>partir</i> é em n-1, subtraídos. Veja-se, a título de exemplo, <i>a potência sem querer</i>, que Herman Melville coloca no seu Bartleby: O escrivão que “preferiria” não escrever!...  <br>Parto destes exemplos, ciente que muitos mais haveriam. Para descrever os actos de suspensão, que se encontram nas obras da exposição “A C ack of ence” de Renato Ferrão. Que logo pela forma como o título é encontrado, intervindo sobre um convite que anteriormente apresentou o espaço: <i>A Certain Lack of Coherence</i>; e donde aparece o cacofónico título, que é coerente com a incoerência do espaço, onde dificilmente se encontra um ângulo recto. <br> <br>]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-06-11</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[A C ack of ence]]></dc:subject>
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