VPF Cream art




Vista da exposição | Imagem: Fabio Salvo ©


Vista da exposição | Imagem: Fabio Salvo ©


Vista da exposição | Imagem: Fabio Salvo ©


Vista da exposição | Imagem: Fabio Salvo ©


Vista da exposição | Imagem: Fabio Salvo ©


Vista da exposição | Imagem: Fabio Salvo ©


Inauguração [NO AUDIO] | Imagem: Fabio Salvo ©


Inauguração [NO AUDIO] | Imagem: Fabio Salvo ©

Exposições anteriores:

2014-09-03


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2014-05-06


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2013-09-10


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2011-02-04


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2010-11-26


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2010-09-30


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Luís Alegre ::: [NO AUDIO]




 

[NO AUDIO]


Formalmente, a exposição é composta por uma série de desenhos reproduzidos em diversas técnicas de serigrafia, 3 vídeos de animação e uma edição limitada de um livro. Trata-se de um conjunto de imagens que revelam momentos isolados, mais ou menos reconhecidos, do universo do cinema, da moda, da publicidade, mas também das imagens-vídeo vernaculares que o mais anónimo utilizador faz por disseminar na web, às quais são acrescentadas frases/legendas retiradas de outras situações, o que que torna insólito uma nova possibilidade de leitura. Até pelo caráter humorístico ou mesmo cínico do conjunto. Ou seja, as legendas reajustam-se às imagens com as quais não tinham qualquer relação inicial.
Todas as cenas representadas são figurativas, quase primárias, seja pelo apagamento das feições, num enquadramento invulgar, ou pela paleta de cores fortes mas reduzida, essencialmente primárias. São fragmentos de características cinematográficas, mas sem áudio.
É uma exposição em que os desenhos congelam a narratividade e a ação característica dos objetos cinéticos e os vídeos, que poderiam potenciar a ação do cinema, decepcionam pela circularidade de uma mesma ação sem final.
A grande maioria das imagens e as suas legendas escritas, acaba por guiar os espectadores para um vasto espectro de interpretações literárias e imagéticas. Há nestas obras uma ideia algo paradoxal, explorarão deliberada, que acaba por situar estas peças na fronteira entre a tristeza e a alegria, entre o "eu já senti isto" e "o que é isto?".

[NO AUDIO] é como uma daquelas revistas de consultório.
 Vagueamos nela, vemos as imagens, lemos um pouco e pergunta-mo-nos: "Mas que raio vem a ser isto".

 

Aceda à publicação NO AUDIO editada no âmbito desta exposição, carregando no título.

 


Luís Alegre  
(Anadia, 1969)

Formado em Pintura, doutorado em Design. Vive e trabalha em Lisboa, conciliando a carreira artística com a actividade de designer. Desde a segunda metade dos anos 90 desenvolve projectos que cruzam multiplas disciplinas, relacionando o design, o vídeo e instalações.
É professor nos cursos de Licenciatura em Cinema, Fotografia e Cinema de Animação na Universidade Lusófona de Lisboa.
Director criativo da Ideias com Peso, atelier de comunicação e director de arte do gruo editorial LeYa (área escolar).
Começou a expor individualmente em 1995 e a participar em colectivas em 2004.


Exposições individuais (selecção): Rude, Galeria Diferença, Lisboa (1995); Keep Dancing, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2001); Empty Hard Work, Sala do Veado, Museu de História Natural, Lisboa (2002); Feeling EU, Galeria Carlos Carvalho, Lisboa (2006); Total Equilibrium, Galeria VPFCream Arte, Lisboa (2007), Play Them, com os artistas convidados José Maçãs de Carvalho, António Olaio e Rui Garrido, Plataforma Revólver, Lisboa (2010). Play Them #02 [Pradillo], Teatro Pradillo, Madrid (2012).
Exposições colectivas (selecção): Unfold, Acção ‘Luzes, Câmara… Martini’, Luzboa – Bienal Internacional da Luz ‘04, Lisboa (2004); Em Fractura – Colisão de Territórios, Projecto Terminal, Fundição de Oeiras (2005); Toxic, o Discurso do Excesso, Projecto Terminal, Fundição de Oeiras (2005); Project o Toilette (com Miguel Palma), Feira Internacional de Arte de Lisboa, WCs da FIL (2005); 25 Frames por Segundo, Vídeos da Colecção da Fundação PLMJ, Cinema São Jorge, Lisboa (2007); Lisboa, Luanda, Maputo, Cordoaria Nacional, Lisboa (2007); Remote Control, Plataforma Revólver, Lisboa (2007). Tirésias – Videoartistas de Portugal, no Centro Cultural de Espanha, em Montevideo, Uruguai (2010). A Arte é a melhor forma de perceber o mundo, no BES Arte & Finança, Exposição *08, Lisboa (2010). Camcloser — INTERFERÊNCIAS em Vídeo, PT BlueSattion, Lisboa (2012).


Realização videoclips: (alguns em conjunto com o colectivo JANCL): Facial Gangbang, Lolly and Brains, (2004); Bad Mirror, The Vicious Five, (2006) que foi seleccionado para o festival de Vila do Conde 06 – International Short Film Festival e para o Imago ‘06 - International Young Film Festival (2006); Down by Flow, Micro Audio Waves, (2007); Rock Me Tonight, Micro Audio Waves, (2007); Human, Stereo Addiction, (2009) e Ao Deus Dará, Balla, (2010).

 

 

 

 

 

 

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