Links

ENTREVISTA



DANIEL V. MELIM _ Parte II


Daniel V. Melim estudou Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e Applied Anthropology and Community and Youth Work no Goldsmiths College - University of London, curso em que foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Aparte da formação académica, Daniel V. Melim frequentou variadas formações em áreas tão diversas como meditação, yoga, butoh, contacto-improvisação, composição em tempo real (performance), teatro de improviso, trabalho com voz, método Louise Hay e design de eco-aldeias. A conversa com Sérgio Parreira dividiu-se em duas partes. Na segunda que se apresenta aqui, Daniel V. Melim aborda a relação da sua pintura com a música, a performance e a escrita.
LER MAIS

O ESTADO DA ARTE



LUCIARA RIBEIRO


FRESTAS, UMA TRIENAL PROJETADA EM COLETIVIDADE. ENTREVISTA COM DIANE LINA E BEATRIZ LEMOS
Frestas – Trienal de artes, organizado pelo Sesc Sorocaba, em São Paulo, Brasil, é um evento que busca dinamizar o caráter já “tradicional” das bienais, apresentando ao público parte da produção artística atual através de três eixos principais: programa público, publicações e exposição. As actividades da Frestas - Trienal de Artes acontecem no primeiro semestre de 2021. Os curadores Beatriz Lemos, Diane Lima e Thiago de Paula Souza coordenaram um Programa de Estudos com 15 artistas que participarão da mostra O rio é uma serpente. Durante os encontros, foi pensado coletivamente o desenho curatorial e expográfico da exposição, bem como os trabalhos individuais de cada artista.
LER MAIS

PERSPETIVA ATUAL

PEDRO CABRAL SANTO E NUNO ESTEVES DA SILVA


APROPRIAÇÃO E CITAÇÃO NA IMAGEM ARTÍSTICA _ PARTE 1
A apropriação, ou seja, a criação artística que se «apropria» sistematicamente de elementos já presentes na cultura, tanto alta como baixa, constitui hoje uma prática corrente e, se excetuarmos os casos que dão origem a processos jurídicos com base nos direitos de autor, mesmo banal, como pode verificar quem quer que tenha algum contacto com o mundo artístico. Nesse contexto, um curador de grande sucesso (Nicolas Bourriaud) propôs mesmo a absorção da apropriação pela nova categoria da pós-produção.
LER MAIS


OPINIÃO

VICTOR PINTO DA FONSECA


ZEUS E O MINISTÉRIO DA CULTURA
A governalização da arte contemporânea parece querer acreditar que o processo assistencialista de lançar um programa de dez anos para aquisição de obras de arte contemporânea, para a colecção do Estado, com uma dotação orçamental mínima de 300 mil euros por ano, apoiado na avaliação de uma comissão de membros (por um pagamento do governo), tem valor para os artistas. Mas a verdade é que não tem. Questiono-me como é que uma comissão de aquisição de arte nomeada pelo Estado para um programa de dez anos tem precisão nesta tarefa para escolher quem são as obras a adquirir e os artistas a coleccionar? Em detrimento de outros?
LER MAIS

ARQUITETURA E DESIGN

RICARDO MARTINS E GONÇALO FURTADO LOPES


O ANTECEDENTE CULTURAL DO PORTO NA TRANSIÇÃO PARA O SÉCULO XXI
A cidade do Porto no século XX, assiste a uma transformação profunda. A ruralidade dominante transformou-se num aglomerado extenso, que concentra quase toda a dinâmica regional. Após a revolução de 1974, os campos da cultura e política adquirem importância. A política, definiu novas abordagens, e a cultura tirou partido das potencialidades germinadas. O aumento da cultura média exprime-se a nível do desenvolvimento urbano, especialmente na reabilitação de locais necessários que conferem identidade à cidade. O planeamento torna-se na ferramenta de resolução dos problemas da urbanização do Porto.
LER MAIS

CINEMA

CATARINA TELLO DE CASTRO


A CONFUSÃO DE SE SER NÓMADA EM NOMADLAND
As expectativas de um road movie não são muito diferentes das expectativas de uma road trip. Sejam duas horas ou duas semanas, uma viagem é uma viagem. As expectativas de um nómada relativamente à estrada são muito diferentes de as de um mero turista. Para um será uma vida, para outro será um episódio mais ou menos engraçado para contar aos amigos quando chegar a casa. Uma viagem não é só uma viagem. Chloe Zhao apresenta-nos uma magnífica Frances McDormand na estrada norte-americana.
LER MAIS




:: Parceria OK Estudante e Coventry University oferece propinas 100% financiadas no Reino Unido para estudantes portugueses



EXPOSIÇÕES ATUAIS

VERONIKA SPIERENBURG E NUNO BARROSO

CEMITÉRIO DAS ÂNCORAS


Galeria Boavista, Lisboa

Ao entrarmos na galeria, vemos obstáculos, sentimo-los, ao nosso próprio corpo (todo olhos) ali; ao passar pelas obras, revemos o obstacularizar, mas agora no nível do enunciado - e não do enunciador.
LER MAIS CAIO GABRIEL

BRUNO ZHU

UH-OH


Sismógrafo, Porto
“Uh-oh” activou um espaço que não é linguístico - qualquer tradução é sempre uma perda!, mas aquela que vai da reacção próxima da víscera à palavra é de uma perda irrecuperável - e activou também um desconforto, que acabou por se desdobrar em desconfortos vários.
LER MAIS CATARINA REAL

JORGE JACOMÉ & MARCO DA SILVA FERREIRA

SIRI


Teatro Municipal do Porto, Porto
SIRI dá seguimento ao trabalho desenvolvido por esta dupla que, desde Íris, vem convergindo o cinema e o vídeo com as artes performativas. Nas palavras dos criadores, a coreografia de SIRI apresenta-se como uma investigação sobre a memória, investigação essa que caracterizam como arqueológica e viva: do corpo humano e das suas representações através da tecnologia.
LER MAIS RODRIGO FONSECA

COLECTIVA

MAIS NADA SE MOVE EM CIMA DO PAPEL


Centro de Artes de Águeda (CAA), Águeda
Integrada no ciclo 'O desenho como pensamento', a exposição reúne um conjunto amplo de projetos e de artistas que ao longo dos anos têm trabalhado o desenho como um registo transversal às suas práticas, assumindo as mais diversas formas. Assume-se como espaço de reflexão sobre o desenho, a sua prática e versatilidade enquanto território de experimentação, ao mesmo tempo que se afirma como um projeto audaz, educativo e descentralizador, promovendo um encontro entre o público e a arte contemporânea.
LER MAIS MAFALDA TEIXEIRA

VIVIAN MAIER

STREET PHOTOGRAPHER


Centro Cultural de Cascais, Cascais
A primeira imagem que nos acolhe é um autorretrato: voltarei a ele, porque há uma diferença acentuada no seu trabalho, tanto estético como, digamos, essencial, entre os seus autorretratos e as suas outras fotografias.
LER MAIS MARC LENOT

ELISA PÔNE

FALSO SOL, FALSOS OLHOS | 'COMO UMA LUVA'


Galerias Municipais - Galeria Quadrum, Lisboa
O espaço da galeria Quadrum, a sua história e a sua fisicalidade, são o mote projectual de Elisa. Esta dimensão é extrapolada também para o espaço digital, trazendo uma outra camada de leitura do espaço e da presença. Apesar de o contexto pandémico não o evidenciar, e esta ser agora uma estratégia contemplada na adaptação do universo artístico que vivia da presença, a mostra do vídeo num espaço desfasado da exposição in loco não é resultado de uma adaptação, mas de uma vontade.
LER MAIS CATARINA REAL

PEDRO BARATEIRO

O MEU CORPO, ESTE PAPEL, ESTE FOGO


Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea, Almada
Quando Merleau-Ponty falava da unidade das coisas, no espaço, referia-se a ela como se de um pequeno mistério se tratasse. O pensador perguntava, mais ou menos, o seguinte: “Como é que o sabor, o cheiro, a cor, o som das coisas, tão diferentes entre si, poderão ser entendidas como pertencendo única e exclusivamente a uma mesma coisa?"
LER MAIS CARLA CARBONE