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CAC DE COIMBRA CONCLUI CICLO EXPOSITIVO COM OBRAS DA COLEÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO ESTADO

2021-09-13




O Centro de Arte Contemporânea de Coimbra inaugurou este sábado, 11 de setembro, a exposição “De que é feita uma coleção? Tensão e Narratividade”, com curadoria de David Santos e José Maçãs de Carvalho e obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado.

Nesta terceira exposição da Coleção de Arte Contemporânea do Estado em depósito no Município de Coimbra, conclui-se um ciclo que enuncia várias leituras deste conjunto de obras, procurando encontrar fios narrativos e núcleos orgânicos que permitam identificar a coleção.

“De que é feita uma coleção? Tensão e Narratividade” convoca o conceito de narratividade (e não de narrativa) enquanto característica funcional, para a presença de obras com um potencial narrativo, por motivos diversos.

Na maioria das peças, a leitura narrativa é sugerida de forma mais ou menos evidente. As mais óbvias surgem quando os artistas usam marcas da língua inscritas na “pele” da imagem, colocando em marcha uma aparente tensão entre a imagem pura e a presença desestabilizadora da palavra. Noutros casos, teremos obras cuja inclusão decorre do seu potencial narrativo sequencial porque usam funcionalidades da imagem em movimento, devedoras do universo cinematográfico, mas também performativo.

Nesta terceira exposição estão os/as seguintes artistas: Álvaro Lapa / António Olaio / António Sena / Baltazar Torres / Daniel Canogar / Eduardo Luiz / Emerenciano / Gerardo Burmester / Helena Almeida / Joana Rêgo / Joana Rosa / João Pedro Vale / João Penalva / João Tabarra / João Vieira / Lawrence Weiner / Matt Mullican / Nikias Skapinakis / Pedro Casqueiro / Pedro Gomes / Pires Vieira / René Bértholo / Rodrigo Oliveira / Shirin Neshat

A exposição fica patente até 30 de janeiro de 2022.



Centro de Arte Contemporânea de Coimbra_2021/2022

A Câmara Municipal de Coimbra inaugurou em julho de 2020 a atividade do Centro de Arte Contemporânea de Coimbra com a Coleção de Arte Contemporânea do Estado depositada no município de Coimbra nos próximos 25 anos.

Os curadores convidados, David Santos (Curador da Coleção de Arte Contemporânea do Estado) e José Maçãs de Carvalho (Curador do Centro de Arte) pensaram a programação em função de várias exposições autónomas, orientadas cada uma por um eixo de diálogo conceptual.

Estes eixos estão, por sua vez, organizados sob um título geral que procura atrair e consciencializar os visitantes sobre a importância e a novidade das grandes obras desta coleção, dando assim a conhecer ao público em geral o valor de um conjunto que pretende enriquecer o património artístico e a oferta cultural da cidade de Coimbra ao nível da arte contemporânea.







FONTE: Centro de Arte Contemporânea de Coimbra