JOãO PENALVAA Colecção Ormsson apresentada por João PenalvaGALERIAS MUNICIPAIS - PAVILHãO BRANCO Campo Grande, 245 1700-091 LISBOA 17 ABR - 28 JUN 2026 Inauguração: dia 17 de abril, às 17h, no Pavilhão Branco Visita Guiada: domingo, dia 19 de abril, às 16h, orientada por Beatriz Maçarico e Carolina Matias, da equipa de Mediação das Galerias Municipais. A Colecção Ormsson apresentada por João Penalva As Galerias Municipais inauguram no dia 17 de abril, às 17h, no Pavilhão Branco, a exposição "A Colecção Ormsson apresentada por João Penalva". A reinstalação da exposição “A Colecção Ormsson” surge no âmbito de um amplo projeto de celebração e apresentação do trabalho de João Penalva, que decorre ao longo de 2026 nas Galerias Municipais, na Culturgest, e na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, assinalando os 50 anos de atividade do artista nas artes plásticas. Na Culturgest é apresentada a exposição "Personagens e Intérpretes", que inaugura no mesmo dia às 22h, e na Cinemateca Portuguesa é exibido um ciclo dedicado aos filmes do artista, nos dias 8 e 9 de junho. A Colecção Ormsson Depois de um percurso inicial na dança contemporânea, durante o qual integrou companhias como a de Pina Bausch (1973/74) e Gerhard Bohner (1975), e de ter fundado com Jean Pomares a The Moon Dance Company (1976), João Penalva fixou residência em Londres nesse mesmo ano, cidade onde viveu e frequentou a Chelsea School of Art entre 1976 e 1981. Em 1997, no Pavilhão Branco, o artista apresentou pela primeira vez a exposição “A Colecção Ormsson”, um momento excecional no seu percurso. Nessa altura, ainda não era comum os artistas assumirem funções curatoriais, selecionando e relacionando eles próprios os objetos apresentados. Este projeto destacou-se, por isso, pela sua abordagem inovadora, ao desvincular a apresentação das coleções da figura tradicional do comissário e ao dar a conhecer uma coleção pouco convencional, marcada pela diversidade e singularidade dos objetos. Em 2026, a exposição é reinstalada exatamente da mesma forma e no mesmo espaço para o qual foi originalmente concebida — o Pavilhão Branco — sendo também editada uma nova versão, atualizada, do respetivo catálogo. Trata-se de uma situação rara, em que uma exposição é novamente apresentada no mesmo local, pelo mesmo artista, sem alterações à sua configuração original, mantendo títulos, textos e disposição das obras. Quase 30 anos depois, o público tem assim a oportunidade de ver ou rever “A Colecção Ormsson”, tal como foi apresentada em 1997. A exposição reúne obras de arte, objetos e artefactos de diferentes épocas, pertencentes ao colecionador islandês Loftur Ormsson, dispostos de forma a criar relações inesperadas e enigmáticas. No catálogo, revela-se ainda o encontro entre o artista e o colecionador, bem como o fascínio que esteve na origem deste projeto, demonstrando como é possível estabelecer ligações entre objetos de naturezas distintas. |















