Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Boundless Borders


Rui Macedo
Palácio Nacional de Mafra, Lisboa

Amáveis Atacantes


Paulo Scavullo
Tinta nos Nervos, Lisboa

No Pescoço do Cisne


Tiago Madaleno
Mais Silva Gallery, Porto

Cloud of Confusion


FRIDA ORUPABO
MAC/CCB - Museu de Arte Contemporânea, Lisboa

MEIO MEIO


Isabel Aboim Inglez e Rui Horta Pereira
Casa da Avenida, Setúbal

Rosebud


Vasco Futscher
Kubikgallery, Porto

Young Design Generation


COLECTIVA
MUDE - Museu do Design e da Moda, Lisboa

O Fundo do Mundo


Grada Kilomba
Albuquerque Foundation, Sintra

Timescape


Jorge Martins
Galerias Municipais de Lisboa - Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa

Resilient Transitions


Vânia R. Gonçalves & Franka Struys
Galeria Diferença, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


MARIA JOSé OLIVEIRA

Eu que já fui eu




MNAC - MUSEU DO CHIADO
Rua Serpa Pinto, 4
1200-444 LISBOA

15 MAI - 04 OUT 2026


INAUGURAÇÃO: 15 de maio, 18h30, no Museu Nacional de Arte Contemporânea - MNAC


Eu que já fui eu
de Maria José Oliveira

Curadoria: Paula Parente Pinto


A exposição “Eu que já fui eu”, de Maria José Oliveira, reúne um conjunto de obras que exploram o tempo, a memória e as ligações entre as pessoas, convidando à reflexão sobre continuidade e transformação ao longo das gerações.

Um dos seus eixos centrais é a ideia de “semente”, entendida como um elemento que contém em si o potencial de crescimento e mudança, dependendo das condições que encontra. As obras propõem um olhar sobre a forma como tudo evolui, se transforma e se relaciona entre o passado, o presente e o futuro.

Entre os trabalhos apresentados, destaca-se uma peça que evoca a forma de uma semente, simbolizando aquilo que já existiu e o que ainda está por emergir, num equilíbrio entre o visível e o que permanece escondido.

Esta exposição convida a um momento de pausa e reflexão. Aberta a todos os públicos, oferece a cada visitante a possibilidade de construir a sua própria interpretação.