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<title>Crticas artecapital.art</title>
<description>A Revista da Arte Contempornea</description>
<link>http://www.artecapital.art/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[TIAGO BAPTISTA | UMA VOZ NA PEDRA]]></title>
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<description><![CDATA[Ao longo das várias paredes acinzentadas do Clube de Desenho, no Porto, vão surgindo pequenos quadros que intercalam manchas de cor vibrantes e desenhos misteriosos de um mundo não totalmente conhecido. São as obras de Tiago Baptista, reunidas no conjunto intitulado “Uma Voz na Pedra”. Percebemos essa fusão da realidade com a imaginação através da exploração de mundos oníricos inventados pelo próprio artista.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-28</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[UMA VOZ NA PEDRA]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ROSA BARBA | DRAWING VOCABULARIES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=951</link>
<description><![CDATA[ENG]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[DRAWING VOCABULARIES]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ROSA BARBA | DESENHAR VOCABULÁRIOS]]></title>
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<description><![CDATA[Barba trabalha, sobretudo, a relação imbricada do cinema, a escultura e a arquitetura, reinventando a forma cinética em experimentações de cinema expandido. Suas exibições caracterizam-se por uma abertura da maquinaria fílmica para torná-la um artefacto ao mesmo tempo escultural e arquitetónico: Barba revela e modifica o funcionamento da máquina projetiva; experimenta e reorganiza suas peças; e põe-nas a trabalhar sinfonicamente com o espaço.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[DESENHAR VOCABULÁRIOS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[CATHERINE OPIE | TO BE SEEN]]></title>
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<description><![CDATA[Reconhecida, sobretudo, pela forma como retrata e apresenta diferentes identidades, comunidades e estruturas de poder, Opie é a autora de uma vasta e impressionante obra. Nos últimos 35 anos, tem-se dedicado sobretudo à fotografia de retrato em diversos contextos e sob diferentes formatos, apresentando, sempre, uma estética cuidada, recorrentemente inspirada em movimentos artísticos da pintura clássica e visualidades próprias do tradicional estúdio de fotografia.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-19</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[TO BE SEEN]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | UM SILABÁRIO POR RECONSTRUIR IV]]></title>
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<description><![CDATA[Submetida a uma temática especifica, José Maçãs de Carvalho elegeu como mote de Um Silabário por Reconstruir considerar a obra de arte visual por analogia à obra literária, numa relação entre a palavra e a imagem – o dizível e o visível – apresentando como leitmotiv a existência de um potencial narrativo em todas as obras. A partir dos universos artístico e literário – incluindo elementos paratextuais – observamos a diversidade de peças que compõem a exposição que entre pintura, desenho, bordado, escultura, vídeo e instalação, sugerem uma leitura narrativa.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-13</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[UM SILABÁRIO POR RECONSTRUIR IV]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[CRISTINA ROBALO | ANTES DE SUBIR À TONA]]></title>
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<description><![CDATA[Um exercício de distinção, sem perder de vista o fundo, é o que nos propõe a exposição <i>antes de subir à tona</i>, de Cristina Robalo. Com curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues, a exposição ocupa o espaço de arte contemporânea da Fundação Carmona e Costa com obras em formatos e técnicas distintas que, mesmo assim ou por isso mesmo, constituem uma coerente exploração da ideia de desenho e da condição de um "indistinto distinto”.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-09</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[ANTES DE SUBIR À TONA]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | SOUND FIELD]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=946</link>
<description><![CDATA[Quando nos posicionamos sobre uma obra de arte sonora, importa debruçarmo-nos sobre as questões de ordem sistémica da arte, bem como o seu domínio relacional. A arte sonora compreende, como disciplina artística, uma componente multissensorial e interdisciplinar. Com a preocupação na experiência do ouvinte, sobretudo no intento de desafiar a novas escutas e descobertas, articula tecnologia, instalação, escultura, artes visuais, música experimental, composições sónicas abstractas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-05</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[SOUND FIELD]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[SILVESTRE PESTANA | COLAPSO]]></title>
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<description><![CDATA[A combinação infinita das palavras selecionadas pelo artista lembra a atual partilha facilitada de informação e a constante luta de uma verdade no meio de tantos significados. Regressando à poesia concreta e à arte experimental, a poesia de Silvestre Pestana é intemporal e propõe a reformulação de um poema num ato sensorial e visual. Deste modo, o artista oferece-nos um espaço para refletir no poder das tecnologias enquanto força para criar e destruir. Pode-se entender que é da responsabilidade humana identificar quando estes momentos de rutura aprisionam e desencadeiam consequências irreversíveis.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-30</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[COLAPSO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[TARRAH KRAJNAK | REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=944</link>
<description><![CDATA[Ocupando as amplas salas da Fondation A, a artista apresenta um conjunto de séries que flutuam entre a autorrepresentação e a desconstrução de arquivos históricos. Seu trabalho configura uma prática fotográfica heterogênea que subverte o cânone. Marcada por um profundo viés político e por uma estética monocromática, a produção artística de Krajnak investiga as cicatrizes de um conturbado período da história peruana, o genocídio de povos originários nas Américas e as representações do corpo feminino. O resultado é um acervo plural que funciona como uma complexa crítica a violências históricas e epistemológicas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[TARRAH KRAJNAK | REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=943</link>
<description><![CDATA[ENG]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></dc:subject>
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