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<title>Críticas artecapital.art</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.art/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[MARIA JOSÃ‰ OLIVEIRA | EU QUE JÃ FUI EU]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=967</link>
<description><![CDATA[NÃ£o nos poderÃ¡ ser indiferente a vida jÃ¡ longa de Maria JosÃ©, hoje com 83 anos. Ã‰ inevitÃ¡vel reconhecer como a passagem do tempo, a degeneraÃ§Ã£o do(s) corpo(s) e a sua aproximaÃ§Ã£o natural Ã  morte â€“ temas que desde sempre estÃ£o presentes na sua prÃ¡tica artÃ­stica â€“, sÃ£o-no agora especialmente tocantes e reveladores, o que confere Ã  exposiÃ§Ã£o uma atmosfera â€œonde os sons e os silÃªncios se tornam diferentes e esquecidosâ€.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-08-11</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[EU QUE JÃ FUI EU]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ATHINA KOUMPAROULI | MANIFESTA 16 RUHR]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=966</link>
<description><![CDATA[Para a sua 16.Âª ediÃ§Ã£o, a bienal nÃ³mada europeia Manifesta instala-se na regiÃ£o de Ruhr, na Alemanha, sob o tÃ­tulo <i>This is not a Church</i>. Ocupando igrejas construÃ­das durante a reconstruÃ§Ã£o do pÃ³s-guerra, hoje marcadas pela secularizaÃ§Ã£o e pelo abandono, a bienal propÃµe pensar a transformaÃ§Ã£o destes espaÃ§os como um processo inseparÃ¡vel da memÃ³ria, defendendo que novas formas de vida coletiva dependem de um envolvimento ativo com os vestÃ­gios materiais e histÃ³ricos do passado. Ã‰ neste horizonte conceptual que se inscreve a intervenÃ§Ã£o de Athina Koumparouli.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-08-11</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[MANIFESTA 16 RUHR]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[MIRANDA PENNELL | H IS FOR HISTORY N IS FOR NOW]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=965</link>
<description><![CDATA[A Solar - Galeria de Arte CinemÃ¡tica tem mostrado no mesmo perÃ­odo em que decorre o Festival Curtas de Vila do Conde, projectos de vencedores da CompetiÃ§Ã£o Experimental de anos anteriores. Ã‰ o caso da artista que ocupou o espaÃ§o da galeria este ano, Miranda Pennell, que venceu a CompetiÃ§Ã£o Experimental da 32.Âª ediÃ§Ã£o do Curtas Vila do Conde em 2024 com o filme "Man Number 4â€. O filme, com nove minutos de duraÃ§Ã£o, Ã© uma dissecaÃ§Ã£o digital de uma fotografia encontrada numa rede social e resume o tema de toda a exposiÃ§Ã£o de Pennell: o que significa ser espectador de uma imagem?]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-08-02</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[H IS FOR HISTORY N IS FOR NOW]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[TIAGO MADALENO | NO PESCOÃ‡O DO CISNE]]></title>
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<description><![CDATA[Eis-me em modo de obsessivo, iconoclasta, jÃ¡ ao encontro desta exposiÃ§Ã£o, a remexer a calmaria das <i>Ã¡guas mentais</i>, por onde <i>este</i> branco e imaculado cisne poderia ousar um gracioso <i>travelling</i> â€” <i>Este</i> qual? <i>Este</i> que passou a habitar o campo da minha percepÃ§Ã£o, entre o encontro com o tÃ­tulo e a visita Ã  Galeria Mais Silva no Porto. Mostrei as fotografias do telemÃ³vel dos Ãºltimos dias ao Tiago (como quem inconscientemente pede explicaÃ§Ãµes ao presumÃ­vel culpado)â€¦O cisne perseguia-me. E com ele, o viÃ©s de confirmaÃ§Ã£o da IA, Ã  qual tantas vezes damos <i>permissÃ£o para aceder Ã  galeria</i>â€¦Espelho meu, espelho meuâ€¦"<i>Art must be beautiful, artist must be beautiful</i>â€. Depois desta exposiÃ§Ã£o, estaremos porventura aptos a â€” sem neuroses de maior â€” contemplar flutuantes cisnes nos lagos das nossas reflexÃµes profundasâ€¦<i>Gracefully â€” Still waters, run deep</i>.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-07-15</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[NO PESCOÃ‡O DO CISNE]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[MANUEL JOÃƒO VIEIRA | A ILHA PÃšRPURA: NOTAS E PAISAGENS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=964</link>
<description><![CDATA[ENG]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-07-14</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[A ILHA PÃšRPURA: NOTAS E PAISAGENS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[MANUEL JOÃƒO VIEIRA | A ILHA PÃšRPURA: NOTAS E PAISAGENS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=963</link>
<description><![CDATA[Nas ilhas de Vieira reside a forÃ§a indomÃ¡vel de uma terra intocada pela domesticaÃ§Ã£o das narrativas histÃ³ricas. Mesmo quando tudo parece exposto, permanece profundamente oculto, tornando impossÃ­vel nÃ£o testemunhar uma busca silenciosa e a profunda intimidade que preserva discretamente. HerÃ¡clito escreveu numa famosa frase que â€œa natureza adora esconder-seâ€. Quando a natureza nos encanta atravÃ©s das suas aparÃªncias, talvez a resposta mais sÃ¡bia seja deixÃ¡-la desdobrar-se de acordo com o seu prÃ³prio ritmo. Neste sentido, <i>A Ilha PÃºrpura</i> torna-se o lugar singular onde as ligaÃ§Ãµes convergem sem nunca exigirem articulaÃ§Ã£o.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-07-14</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[A ILHA PÃšRPURA: NOTAS E PAISAGENS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JUNE CRESPO | MAÌS GRAVES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=962</link>
<description><![CDATA[A investigaÃ§Ã£o de Crespo debruÃ§a-se sobre as relaÃ§Ãµes entre corpo, arquitetura, moldagem industrial e transformaÃ§Ã£o da matÃ©ria. Inscreve-se num conjunto de prÃ¡ticas que hoje deslocam a atenÃ§Ã£o da representaÃ§Ã£o para a agÃªncia dos materiais e participa de um <i>zeitgeist</i> artÃ­stico atento Ã s infraestruturas, Ã s zonas de contacto entre o orgÃ¢nico e o inorgÃ¢nico e Ã s assemblages da matÃ©ria. O seu repertÃ³rio escultÃ³rico circula entre alumÃ­nio, fibra de vidro, betÃ£o, resinas, tecidos e elementos industriais, compondo corpos instÃ¡veis que evocam espaÃ§os de construÃ§Ã£o, passagem, ruÃ­na e circulaÃ§Ã£o.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-07-14</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[MAÌS GRAVES]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JENNY HOLZER | WRONG ANSWERS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=960</link>
<description><![CDATA[A obra de Jenny Holzer Ã© brilhante, pertinente e urgente. Ã‰ polÃ­tica e social, expondo a pluralidade e a contradiÃ§Ã£o das ideologias. A atual exposiÃ§Ã£o da artista, inaugurada no passado dia 18 de junho no Museu de Serralves, reflete a atualidade e o estado do mundo. Transporta o universo exterior para dentro do espaÃ§o expositivo de um modo inteligente, direto e provocador.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-06-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[WRONG ANSWERS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[GRADA KILOMBA | O FUNDO DO MUNDO]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=959</link>
<description><![CDATA[Ã‰ facto que o interesse na obra de Grada Kilomba representa um ponto de partida favorÃ¡vel nas discussÃµes sociopolÃ­ticas que propÃµe, e na legitimaÃ§Ã£o do papel fundamental de artistas afrodescendentes, ou da(s) periferia(s) social/sociais, na arte contemporÃ¢nea portuguesa, e nÃ£o sÃ³. Mas, simultaneamente, como separar este sentido de responsabilidade de uma troca mercantil, de favores, em que a presenÃ§a da artista se detÃ©m como prova de superaÃ§Ã£o? De que nos vale a condenaÃ§Ã£o e cura dos traumas da humanidade se estamos no convÃ­vio de uma inauguraÃ§Ã£o, entre cervejas e fotografias para o <i>Instagram</i>?]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-06-24</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[O FUNDO DO MUNDO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JOANA VASCONCELOS | TRANSFIGURACIÃ“N]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=958</link>
<description><![CDATA[The works, spanning three decades of the artistâ€™s practice, are brought together under the curatorial concept of <i>Transfiguration</i>. The title, drawn from the biblical episode of the Transfiguration of Christ, replaced an earlier, more nationally inflected proposal that would have named the exhibition â€œPortugal.â€ Rather than foregrounding a cultural or national framework, the curators ultimately opted for what they understood as the common ground between Vasconcelos and Picasso: the transformation of form itselfâ€”the reconstitution of figurative objects from shifting perspectives.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-06-17</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[TRANSFIGURACIÃ“N]]></dc:subject>
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