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<title>Críticas artecapital.art</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.art/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[NUNO FÉLIX DA COSTA | SOBRETUDO]]></title>
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<description><![CDATA[Não quero escrever sobre fotografia — Não saberei fazê-lo. Não saberei fazê-lo com o mesmo rigor com que o que me afeta me permite ver — Desde já uma advertência aos que procuram neste texto um olhar esterilizado; um afeto não é uma experiência isolada da consciência de um sujeito. Mas já das imagens que <i>procedem as saídas da vida</i>… Arrisco um voo a partir <i>dos cinzas</i>, que guardam de <i>cor</i> a própria Vida, como os grifos com que me encontro tantas vezes em viagem, na passagem de combóio pelas Portas de Rodão; fénices do Possível. Trata-se porém ainda de um corpo de imagens por remembrar: sobre si mesmo, um relance necrófrago; autofágico. Estamos em Sobretudo, a exposição de Nuno Félix da Costa, no MIRA FÓRUM, em Campanhã, no Porto.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-10-15</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[SOBRETUDO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ANA PÉREZ-QUIROGA | MOVO-ME EM TEMPO ELÉTRICO]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=980</link>
<description><![CDATA[A partida também é uma chegada. Encerram-se ciclos, iniciam-se outros. Consideremos como uma viagem esta exposição que Ana Pérez-Quiroga nos entrega no espaço do Sismógrafo. Dois tempos e um compasso a compõem. No primeiro tempo, a palavra escrita e falada traz a advertência e a poetização. Duas gravuras e duas serigrafias, numa mesma moldura, repetem as frases “o limite da arte é o limite da vida” / “the limit of art is the limit of life”. Escritas em círculo, aludem a uma ação de contorno na sua leitura. São as voltas da vida como arte, da arte como vida.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-10-14</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[MOVO-ME EM TEMPO ELÉTRICO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[MARIA MADEIRA | YOU, ME, US [O, HAU, ITA; TU, EU, NÓS]]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=978</link>
<description><![CDATA[Nas franjas do <i>tais</i>, um emaranhado de linhas de algodão revela-nos o princípio da composição. A bordagem começara naquelas manchas de tecido bruto, que lhe adornam as pontas, enquanto causa e efeito. São o ponto de partida do conjunto, premonitórias da fisicalidade que as tornaria objeto, da moção que as animaria numa entidade significante. No trabalho de Madeira, a sua crueza também subsiste por si própria.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-10-13</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[YOU, ME, US [O, HAU, ITA; TU, EU, NÓS]]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | UM MANUAL ABERTO PARA O GESTO SEMPITERNO]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=979</link>
<description><![CDATA[Tal como a concha, também no feminino se encontra a origem do mundo. Talvez seja por isso que surge esta figura, ao longo do projeto, tanto estranha e misteriosa quanto forte e cativante. Há qualquer coisa que permanece neste corpo, que se revela e se esconde, que se oferece ao olhar sem nunca se deixar apreender por completo. As imagens, aqui, não servem apenas para mostrar alguma coisa: acontecem entre o que vemos e aquilo que, sem sabermos bem porquê, nos afeta.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-10-12</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[UM MANUAL ABERTO PARA O GESTO SEMPITERNO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[MAHKU - MOVIMENTO DOS ARTISTAS HUNI KUIN | CIPÓ - PINTURAS HUNI KUIN NA COLEÇÃO MAR]]></title>
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<description><![CDATA[<i>Cipó</i> é uma das cinco exposições em cartaz no Museu de Arte do Rio, reunindo uma seleção de trabalhos em tela produzidos por artistas Huni Kuin: povo da floresta amazônica que se espalha do leste do Peru ao norte do Brasil, especificamente até o sul do Amazonas e o Acre, onde são a população indígena mais numerosa. Ao ocupar uma ampla galeria, a mostra invade os sentidos com uma profusão de cores intensas. Pinturas do tamanho das paredes preenchem três lados do espaço, formando um imenso mural, enquanto o quarto exibe textos explicativos além de obras menores feitas em tecido.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-10-01</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[CIPÓ - PINTURAS HUNI KUIN NA COLEÇÃO MAR]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JENNY HOLZER | WRONG ANSWERS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=973</link>
<description><![CDATA[Jenny Holzer é uma das figuras mais importantes da arte norte-americana surgida no final dos anos 1970. A particularidade da sua obra reside no uso da linguagem como o seu principal meio artístico. Jenny Holzer é uma artista conceptual e de arte pública que transforma a escrita em comunicação visual através de diferentes suportes, entre os quais a tecnologia electrónica e os dispositivos LED.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-30</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[WRONG ANSWERS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JAMES NEWITT e CARLOS M. OLIVEIRA | ACTOS DE LÍNGUA]]></title>
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<description><![CDATA[Numa altura em que os algoritmos das redes sociais nos dividem em tribos e o discurso político se torna cada vez mais polarizado, encontrar linguagens comuns que transcendam as diferenças adquiriu uma pertinência particular. <br>Esta necessidade de linguagens partilhadas está no cerne de Actos de Língua, uma ambiciosa instalação de vídeo e som com 44 minutos de duração, da autoria do coreógrafo Carlos M. Oliveira e do artista visual James Newitt.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[ACTOS DE LÍNGUA]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JAMES NEWITT and CARLOS M. OLIVEIRA | ACTOS DE LÍNGUA]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=976</link>
<description><![CDATA[ENG]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[ACTOS DE LÍNGUA]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[TATIANA MACEDO | RADICAL GESTURES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=975</link>
<description><![CDATA[]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-24</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[RADICAL GESTURES]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[TATIANA MACEDO | RADICAL GESTURES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=974</link>
<description><![CDATA[A exposição individual de Tatiana Macedo, <i>Radical Gestures</i>, no Rialto6, não se revela demasiado à primeira vista. Reunindo várias obras em vídeo realizadas por Macedo ao longo dos anos, exige uma atenção sustentada e não se presta particularmente a uma visita apressada. Filmadas a partir de uma posição observacional e muitas vezes assentes em investigação, as obras de Macedo habitam temporalidades que resistem aos ritmos acelerados da actual economia da atenção.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-24</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[RADICAL GESTURES]]></dc:subject>
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