<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel>
<title>Críticas artecapital.art</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.art/</link>
<language>pt-pt</language>
<item>
<title><![CDATA[TATIANA MACEDO | RADICAL GESTURES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=975</link>
<description><![CDATA[]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-24</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[RADICAL GESTURES]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TATIANA MACEDO | RADICAL GESTURES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=974</link>
<description><![CDATA[A exposição individual de Tatiana Macedo, <i>Radical Gestures</i>, no Rialto6, não se revela demasiado à primeira vista. Reunindo várias obras em vídeo realizadas por Macedo ao longo dos anos, exige uma atenção sustentada e não se presta particularmente a uma visita apressada. Filmadas a partir de uma posição observacional e muitas vezes assentes em investigação, as obras de Macedo habitam temporalidades que resistem aos ritmos acelerados da actual economia da atenção.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-24</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[RADICAL GESTURES]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[JENNY HOLZER | WRONG ANSWERS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=973</link>
<description><![CDATA[Jenny Holzer é uma das figuras mais importantes da arte norte-americana surgida no final dos anos 1970. A particularidade da sua obra reside no uso da linguagem como o seu principal meio artístico. Jenny Holzer é uma artista conceptual e de arte pública que transforma a escrita em comunicação visual através de diferentes suportes, entre os quais a tecnologia electrónica e os dispositivos LED.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-20</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[WRONG ANSWERS]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MAHKU - MOVIMENTO DOS ARTISTAS HUNI KUIN | CIPÓ - PINTURAS HUNI KUIN NA COLEÇÃO MAR]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=972</link>
<description><![CDATA[<i>Cipó</i> é uma das cinco exposições em cartaz no Museu de Arte do Rio, reunindo uma seleção de trabalhos em tela produzidos por artistas Huni Kuin: povo da floresta amazônica que se espalha do leste do Peru ao norte do Brasil, especificamente até o sul do Amazonas e o Acre, onde são a população indígena mais numerosa. Ao ocupar uma ampla galeria, a mostra invade os sentidos com uma profusão de cores intensas. Pinturas do tamanho das paredes preenchem três lados do espaço, formando um imenso mural, enquanto o quarto exibe textos explicativos além de obras menores feitas em tecido.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-06</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[CIPÓ - PINTURAS HUNI KUIN NA COLEÇÃO MAR]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RODRIGO CASS | GEOMETRIA SENSÍVEL]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=971</link>
<description><![CDATA[Um objeto, um espaço e uma ação. É assim que o vídeo-instalação <i>Geometria Sensível</i> (2024) dá título à primeira exposição de Rodrigo Cass em Portugal. Organizada pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa com colaboração com a Brotéria, e curadoria de Nuno Crespo e João Sarmento SL, a exposição está dividida em dois pólos – Porto e Lisboa – e reúne entre si cerca de três dezenas de obras do artista brasileiro, uma pequena selecção que atravessa a sua prática artística desde o seu início até aos dias de hoje.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-06</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[GEOMETRIA SENSÍVEL]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RUI CALÇADA BASTOS | SEGUNDO SONO]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=970</link>
<description><![CDATA[As paisagens e as obras suspensas delongam e demoram no olhar. O lampejo dos vestígios de tinta aleatórios, mas que prefiguram a existência do ato criativo, e da gestualidade pictórica do artista, sugerem também a fugacidade do tempo, tornado evidente. O gesto, o movimento, são desvendados por meio de uma acção demorada e contemplativa do observador.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-09-02</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[SEGUNDO SONO]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MICHAEL NAJJAR | HETEROTOPIC TURBULENCES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=969</link>
<description><![CDATA[Michael Najjar, o artista visual alemão que promete vir a ser o primeiro artista a navegar no espaço. No meio de uma paisagem povoada por Elon Musk, Space X, Deep Blue Aerospace e as novas formas de mineração na Lua, há mais de uma década o artista investe em treinamentos pré-viagem e acesso a infra-estruturas espaciais na expectativa de, muito brevemente, poder vir a conhecer o espaço. O artista usa a sua própria experiência em cosmódromos, paisagens lunares como as da Islândia e instalações de treinamento em microgravidade para produzir imagens híbridas de fotografia e pintura com a ajuda da inteligência artificial.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-08-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[HETEROTOPIC TURBULENCES]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MARIA JOSÉ OLIVEIRA | EU QUE JÁ FUI EU]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=967</link>
<description><![CDATA[Não nos poderá ser indiferente a vida já longa de Maria José, hoje com 83 anos. É inevitável reconhecer como a passagem do tempo, a degeneração do(s) corpo(s) e a sua aproximação natural à morte – temas que desde sempre estão presentes na sua prática artística –, são-no agora especialmente tocantes e reveladores, o que confere à exposição uma atmosfera “onde os sons e os silêncios se tornam diferentes e esquecidos”.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-08-22</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[EU QUE JÁ FUI EU]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COLECTIVA: ERA UMA VEZ NA AMÉRICA | FARIBA HAJAMADI: CONVERSA DE CORVOS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=968</link>
<description><![CDATA[Até 18 de outubro, o Pavilhão Julião Sarmento acolhe duas exposições que se cruzam no novelo da memória: <i>Era uma Vez na América</i>, com obras de diversos artistas, e <i>Conversa de Corvos</i>, da artista nascida no Irão Fariba Hajamadi. Ambas são forjadas a partir da coleção de Sarmento e têm curadoria de Isabel Carlos, sendo a primeira, Era Uma Vez Na América, feita em parceria com a artista norte-americana Rita McBride, que também empresta obras suas ao espaço.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-08-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[FARIBA HAJAMADI: CONVERSA DE CORVOS]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ATHINA KOUMPAROULI | MANIFESTA 16 RUHR]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=966</link>
<description><![CDATA[Para a sua 16.ª edição, a bienal nómada europeia Manifesta instala-se na região de Ruhr, na Alemanha, sob o título <i>This is not a Church</i>. Ocupando igrejas construídas durante a reconstrução do pós-guerra, hoje marcadas pela secularização e pelo abandono, a bienal propõe pensar a transformação destes espaços como um processo inseparável da memória, defendendo que novas formas de vida coletiva dependem de um envolvimento ativo com os vestígios materiais e históricos do passado. É neste horizonte conceptual que se inscreve a intervenção de Athina Koumparouli.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-08-11</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[MANIFESTA 16 RUHR]]></dc:subject>
</item>
</channel>
</rss>