NOTÃCIAS
PREVIEW
Exposição quarenta dias sem deus, de Inez Teixeira | Inauguração 29 de maio, às 18h30, SNBA
Especificamente concebida para o Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes, a exposição “quarenta dias sem deus†reúne um amplo conjunto de obras, maioritariamente inéditas, que descrevem um arco temporal compreendido entre 2018 e 2026.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
TIAGO BAPTISTA
UMA VOZ NA PEDRA
Clube de Desenho, Porto
Ao longo das várias paredes acinzentadas do Clube de Desenho, no Porto, vão surgindo pequenos quadros que intercalam manchas de cor vibrantes e desenhos misteriosos de um mundo não totalmente conhecido. São as obras de Tiago Baptista, reunidas no conjunto intitulado “Uma Voz na Pedraâ€. Percebemos essa fusão da realidade com a imaginação através da exploração de mundos onÃricos inventados pelo próprio artista.| LER MAIS | LEONOR GUERREIRO QUEIROZ |
ROSA BARBA
DESENHAR VOCABULÃRIOS
CAM - Centro de Arte Moderna, Lisboa
Barba trabalha, sobretudo, a relação imbricada do cinema, a escultura e a arquitetura, reinventando a forma cinética em experimentações de cinema expandido. Suas exibições caracterizam-se por uma abertura da maquinaria fÃlmica para torná-la um artefacto ao mesmo tempo escultural e arquitetónico: Barba revela e modifica o funcionamento da máquina projetiva; experimenta e reorganiza suas peças; e põe-nas a trabalhar sinfonicamente com o espaço.| LER MAIS | MARIANA VARELA |
CATHERINE OPIE
TO BE SEEN
National Portrait Gallery, Londres
Reconhecida, sobretudo, pela forma como retrata e apresenta diferentes identidades, comunidades e estruturas de poder, Opie é a autora de uma vasta e impressionante obra. Nos últimos 35 anos, tem-se dedicado sobretudo à fotografia de retrato em diversos contextos e sob diferentes formatos, apresentando, sempre, uma estética cuidada, recorrentemente inspirada em movimentos artÃsticos da pintura clássica e visualidades próprias do tradicional estúdio de fotografia.| LER MAIS | CONSTANÇA BABO |
COLECTIVA
UM SILABÃRIO POR RECONSTRUIR IV
Culturgest (Porto), Porto
Submetida a uma temática especifica, José Maçãs de Carvalho elegeu como mote de Um Silabário por Reconstruir considerar a obra de arte visual por analogia à obra literária, numa relação entre a palavra e a imagem – o dizÃvel e o visÃvel – apresentando como leitmotiv a existência de um potencial narrativo em todas as obras. A partir dos universos artÃstico e literário – incluindo elementos paratextuais – observamos a diversidade de peças que compõem a exposição que entre pintura, desenho, bordado, escultura, vÃdeo e instalação, sugerem uma leitura narrativa.| LER MAIS | MAFALDA TEIXEIRA |
CRISTINA ROBALO
ANTES DE SUBIR À TONA
Fundação Carmona e Costa, Lisboa
Um exercÃcio de distinção, sem perder de vista o fundo, é o que nos propõe a exposição antes de subir à tona, de Cristina Robalo. Com curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues, a exposição ocupa o espaço de arte contemporânea da Fundação Carmona e Costa com obras em formatos e técnicas distintas que, mesmo assim ou por isso mesmo, constituem uma coerente exploração da ideia de desenho e da condição de um "indistinto distintoâ€.| LER MAIS | LIZ VAHIA |
COLECTIVA
SOUND FIELD
3 + 1 Arte Contemporânea, Lisboa
Quando nos posicionamos sobre uma obra de arte sonora, importa debruçarmo-nos sobre as questões de ordem sistémica da arte, bem como o seu domÃnio relacional. A arte sonora compreende, como disciplina artÃstica, uma componente multissensorial e interdisciplinar. Com a preocupação na experiência do ouvinte, sobretudo no intento de desafiar a novas escutas e descobertas, articula tecnologia, instalação, escultura, artes visuais, música experimental, composições sónicas abstractas.| LER MAIS | CARLA CARBONE |
SILVESTRE PESTANA
COLAPSO
Galeria Municipal do Porto, Porto
A combinação infinita das palavras selecionadas pelo artista lembra a atual partilha facilitada de informação e a constante luta de uma verdade no meio de tantos significados. Regressando à poesia concreta e à arte experimental, a poesia de Silvestre Pestana é intemporal e propõe a reformulação de um poema num ato sensorial e visual. Deste modo, o artista oferece-nos um espaço para refletir no poder das tecnologias enquanto força para criar e destruir. Pode-se entender que é da responsabilidade humana identificar quando estes momentos de rutura aprisionam e desencadeiam consequências irreversÃveis.| LER MAIS | ANA CAROLINA ESTEVES |
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27 MAI - COLECTIVA: Young Design Generation
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30 MAI - GRADA KILOMBA: O Fundo do Mundo
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