NOTÃCIAS
PREVIEW
Anozero’26 – Segurar, dar, receber | Inauguração: 11 e 12 abril, vários locais em Coimbra
A Anozero – Bienal de Coimbra, sob o mote "Segurar, dar, receber" e com curadoria de Hans Ibelings e John Zeppetelli, e curadoria assistente de Daniel Madeira, inaugura em Abril.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
ABEL RODRÃGUEZ
MOGAJE GUIHU: A ÃRVORE DA VIDA E DA ABUNDÂNCIA
MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo
A primeira escolha quanto a Mogaje Guihu: A árvore da vida e da abundância, exposição de Abel RodrÃguez (1941-2025), é a porta de entrada e a consequente direcção da circulação no espaço expositivo. Circule-se a favor ou contra sentido horário, Mogaje Guihu - nome indÃgena do artista pertencente ao clã Gavilán, das comunidades Nonuya e Muinane da Amazónia colombiana, e cujo significado é “pena de gavião brilhante†- e respectivos conhecimentos e imaginação botânica são dados a ver com diferentes tonalidades anÃmicas.| LER MAIS | CATARINA REAL |
JESSE WINE
AMOR E OUTROS ESTRANHOS
Fortes D'Aloia & Gabriel - Barra Funda, São Paulo
Apresentam-se dois grupos de esculturas, que de alguma forma resvalam por sensibilidades diferentes. Se o compacto das esculturas metamórficas, monocromos voluptuosos, marcam o espaço com uma gravidade séria, e um formalismo com reminiscências do século XX, o segundo grupo de esculturas - o que me apelou à sensibilidade e memórias de ligação à terra, e de um retorno a esse espaço simbólico para o qual os sucessivos portais nos prepararam, o mesmo a que o faz de conta inevitavelmente recorre - aparentemente frágil, de uma delicadeza espectral.| LER MAIS | CATARINA REAL |
ALEXANDRE CONEFREY
CONRAD
Galeria 111, Lisboa
A nova série de pinturas intitulada Conrad marca, de certa maneira, uma nova reflexão sobre algumas das suas explorações anteriores, muitas das quais relacionadas com a densidade negra da paisagem em conexão com a prática rigorosa do desenho. De facto, há em Conrad uma vibração cromática e uma gestualidade que operam de forma diferente de outras obras mais monocromáticas e “silenciosas†do passado. Embora o artista não renuncie ao rigor do desenho, existem nuances importantes nesta série em que sobressai a pincelada como estrutura dinamizadora da aplicação da cor e que ganha agora um novo protagonismo fÃsico.| LER MAIS | CARLOS FRANÇA |
COLECTIVA
1º CICLO EXPOSITIVO 2026
Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa
Esta exposição, primeiro passo do ciclo expositivo de 2026, apresenta obras essenciais da colecção do museu dedicado ao casal de artistas juntamente com obras de Rui Sanchez e Teresa Segurado Pavão, Frida Baranek, Vasco Futscher e ainda obras de Sara & André e Francisco Janes, estas últimas resquÃcio da programação do anterior ciclo expositivo. Diz-nos o dossier de imprensa que “todos estes trabalhos, uns mais próximos da coleção permanente, outros deliberadamente mais autónomos, aprofundam a ambiguidade entre superfÃcie e volume, suspensão e peso, sugerindo novas formas de ver e de percorrer o Museu".| LER MAIS | CATARINA REAL |
SUSANA PILAR
NOT ALONE
Galleria Continua (Paris - Marais), Paris
Susana Pilar Delahante Matienzo presenteia-nos com um conjunto de obras de arte de pesquisas que se transformam com a apresentação de novas criações. O desenvolver do seu corpo e presença, em Not Alone, as salas e corredores abertos da galeria que compreendem a mostra, formam uma instalação gigante em que continuar é o movimento que faz a intenção.| LER MAIS | FILIPA BOSSUET |
JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO
21 MINUTES POUR UNE IMAGE
CAPC - CÃrculo de Artes Plásticas - Sede, Coimbra
No CAPC, expõem-se diferentes fases da sua produção, sobretudo imagens fixas, efetivamente fotográficas, mas também algumas em (Ãnfimo) movimento, sob a forma de dois vÃdeos. As várias imagens devem ser apreendidas e lidas em relação umas com as outras, enquanto um conjunto articulado. Ao visitar a exposição, testemunhamos como as obras de Maçãs de Carvalho detêm a invulgar e notável capacidade de transformarem o ordinário, o comum, em algo singular, cativante e poético.| LER MAIS | CONSTANÇA BABO |
WILFRID ALMENDRA
HARVEST
Galeria Municipal de Arte de Almada, Almada
Almendra é hábil em representar a fugacidade, a transitoriedade do ato, e a sobrevivência do gesto anónimo das populações fragilizadas que procuram abrigar-se nas suas construções débeis e efémeras. É deles que faz homenagem. O esforço, por vezes inglório, dos povos que, mesmo sedentários, lutam contra as condições climáticas, económicas e ambientais adversas. Mas Almendra evoca a impressão digital dos trabalhadores, o incompleto, o gesto, o ato e a potência de Aristóteles.| LER MAIS | CARLA CARBONE |
ARTECAPITAL RECOMENDA - EXPOSIÇÕES
25 MAR - ANNA MARIA MAIOLINO: Terra Poética
MAAT
26 MAR - TATJANA DOLL: Come In
CRISTINA GUERRA CONTEMPORARY ART
ARTECAPITAL RECOMENDA - EVENTOS
30 MAR - CINEMA + CONVERSA: Entroncamento de Pedro Cabeleira
TAGV
01 ABR - CONCERTO: Hedera 4tet x Vera Mantero
CULTURGEST
04 ABR - FESTA: Italo-Baile da 19ª edição da Festa do Cinema Italiano
CASA CAPITÃO


















