NOTÃCIAS
PREVIEW
15.ª edição do GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea | 5 a 14 de fevereiro, Guimarães
O festival propõe como mote a "sincronização da diversidade", cruzando dança contemporânea, pensamento crÃtico e relação entre corpo humano e natureza. O programa integra estreias absolutas e nacionais, coproduções, obras selecionadas pela rede europeia Aerowaves e o regresso de coreógrafos com uma ligação histórica aos 15 anos do festival.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
PEDRO CASQUEIRO
DETOUR
MAAT, Lisboa
O mais fascinante, na obra de Pedro Casqueiro, é a renúncia: à historicidade, à obrigatoriedade de um sentido, à linearidade cronológica, e manifestação evolutiva da obra do artista. Nas diferentes obras, presentes na exposição antológica Detour, que agora decorre no MAAT, de cerca de 80 pinturas, Casqueiro permite-nos, na sua pintura, o reconhecimento de vários recuos, avanços, regressos, antinomias, circularidades, confrontos e ligações.| LER MAIS | CARLA CARBONE |
HUGO LEITE, ED FREITAS E THALES LUZ
EU SOU AQUELE QUE ESTÃ LONGE
Espaço MIRA, Porto
Ao entrarmos no Espaço Mira, a luz branca dos dias cinzentos caracterÃsticos do Porto desaparece, dando lugar à luz baixa e quente da sala de exposição. Dá-se assim, o inÃcio à exposição coletiva “Eu sou aquele que está longeâ€, com curadoria de Susana Chiocca. As afinidades formais e conceptuais dos três artistas - Hugo Leite, Ed Freitas e Thales Luz - sobretudo pela centralidade do corpo e ligados à dança, performance e teatro, constroem um campo de relações que atravessa toda a exposição e se estende à obra artÃstica da própria curadora.| LER MAIS | LEONOR GUERREIRO QUEIROZ |
ANNE IMHOF
FUN IST EIN STAHLBAD
Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Ambiciosa a vários nÃveis, a primeira mostra individual da artista germânica em Portugal, em exibição no Museu de Serralves, afirma-se nas palavras da curadora Inês Grosso: como uma espécie de manifesto depurado da artista, uma sÃntese de vários temas que atravessam o seu trabalho nos últimos anos. Em causa, ao longo da exposição, encontra-se a ideia de liberdade na época contemporânea, tema fundamental na prática artÃstica de Imhof (1978), com particular incidência sobre a liberdade dos corpos e o modo como ideias de divertimento e lazer têm vindo a reproduzir lógicas de trabalho que contribuem para nos disciplinar e silenciar.| LER MAIS | MAFALDA TEIXEIRA |
COLECTIVA
SOPRO LUMINAR
Quinta da Cruz - Centro de Arte Contemporânea, Viseu
A luz é a possibilidade única de percepção e experiência visual do mundo. A luz é direcional, isola, realça e guia o olhar. Na esfera da arte, foi sempre um elemento central. Desvela figuras, paisagens e narrativas, mas também sentidos e emoções. Se nos frescos e mosaicos antigos, a luz era sobretudo simbólica, caso da luz divina e eterna, desde o Renascimento que foi compreendida e estudada enquanto fenómeno cientÃfico e ótico. Mas a luz ganhou uma renovada importância com o surgimento da fotografia, técnica dela integralmente dependente.| LER MAIS | CONSTANÇA BABO |
GERHARD RICHTER
GERHARD RICHTER
Fondation Louis Vuitton, Paris
A enorme exposição Gerhard Richter, com mais de 250 obras apresentadas cronologicamente, realizada em estreita colaboração com o artista, tem como objetivo apresentá-lo como um dos maiores pintores vivos e, em particular, como praticamente o único a ser simultaneamente abstrato e figurativo. A questão que permanece quando saÃmos da exposição é, na minha opinião, a seguinte: «Não há dúvida de que Richter é um artista totalmente único no seu trabalho figurativo, devido à sua utilização e subversão de imagens fotográficas. Mas, no que diz respeito à s suas pinturas abstratas, será ele tão original?| LER MAIS | MARC LENOT |
DENILSON BANIWA
CONTRA-FEITIÇO
Galerias Municipais - Galeria Quadrum, Lisboa
A primeira exposição individual de Denilson Baniwa em Lisboa configura uma presença simultaneamente polÃtica e ancestral. Com curadoria de Ritó Natálio e em diálogo com a rede Terra Batida, Baniwa desloca imagens históricas e reinterpreta acervos iconográficos que sustentam imaginários coloniais, afirmando a potência e a autonomia das narrativas indÃgenas. Segundo a curadora, a mostra propõe um deslocamento sensÃvel dos acervos e uma reapropriação crÃtica das imagens coloniais, abrindo espaço para a manifestação e a voz dos povos indÃgenas no cenário contemporâneo.| LER MAIS | BEATRIZ GALARDINI |
ISABELLE FERREIRA
NOTRE FEU
MAAT, Lisboa
Rasgões de madeiras esculpidos, quase falsos, demasiado belos. Madeira craquelada, sofrida, epidérmica. VestÃgios sobrepostos num jogo de cores texturadas. Há composições infalÃveis, onde a ruÃna não é forçada, não é efeito ou finalidade – a tentação fatalista e ficcionante. Pedaço de madeira como mapa, painel de hipóteses.| LER MAIS | MIGUEL PINTO |


















