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“ENDS OF THE EARTH: LAND ART TO 1974” CONSEGUE FUNDOS2012-05-16A exposição de Land art no Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles avança lentamente para a inauguração no dia 26 de Maio. Apresentará mais de 80 artistas e projectos do Reino Unido, Japão, Israel, Islândia, Europa do Norte e do Leste, da América do Norte e do Sul. Ends of the Earth: Land Art to 1974 foi atrasada um mês enquanto o museu continuou a angariar fundos e enquanto o diretor Jeffrey Deitch organizava um festival de música e artes de duas semanas – “Transmission LA: AV Club”, com curadoria de Mike D dos Beastie Boys e financiado pela Mercedes Benz – que terá lugar no The Geffen Contemporary em abril. Entretanto, Ends of the Earth, recebeu um financiamento de última hora da artista Barbara Kruger que está a criar um novo trabalho em vinil para vender e ajudar a angariar os fundos que faltam para esta exposição de 1 milhão de dólares de orçamento. A questão de como organizar uma exposição sobre Land art num museu, um movimento que por definição existe fora das paredes do museu é uma questão com a qual os curadores se têm debatido desde o início. “Sabemos que não é possível ter peças de grande formato no museu, mas podemos documentá-las”, afirma Philipp Kaiser, curador sénior do MOCA que no final do ano irá dirigir o Museum Ludwig, de Colónia. Ele co-organiza esta mostra com Miwon Kwon, docente de história da arte na UCLA (University of California, Los Angeles). Mas em vez de expor imagens de algumas das mais conhecidas obras de Land art, como Spiral Jetty de Robert Smithson, de 1970, a exposição centra-se nos primórdios da land art e nas suas ligações a outros movimentos dos anos de 1960 e 70. “Ler a Land art apenas como uma prática escultórica é errado. A arte que lida com a terra começa com o Fluxus, é mais conceptual.”, acrescenta Kaiser. Disponível em: www.theartnewspaper.com |














