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INAUGURAÇÃO: SERRALVES APRESENTA EXPOSIÇÃO DE NOVAS OBRAS DA COLEÇÃO

2018-02-19




19 FEV, 18h00, Inauguração com entrada gratuita

19 FEV, 18h30, Conversa na exposição com João Ribas (Diretor do Museu), Ricardo Nicolau (curador do Museu) e com os artistas Ângela Ferreira, Ana Santos e Victor Pires Vieira

Na próxima segunda-feira, 19 de fevereiro, às 18h00, é inaugurada em Serralves a exposição “Coleção de Serralves: Novas Linhas, Imagens e Objetos”, na sala central do Museu. Esta exposição, que fica patente até 10 de junho, revela a evolução da Coleção de Arte Contemporânea de Serralves através da apresentação de obras adquiridas ou doadas recentemente.

Às 18h30 tem lugar uma conversa entre João Ribas (Diretor do Museu), Ricardo Nicolau (curador do Museu) e os artistas Ângela Ferreira, Ana Santos e Victor Pires Vieira (todos representados na exposição), que vão debater os pressupostos que guiaram a constituição e o enriquecimento da Coleção de Serralves e também as novas direções indicadas pela integração de obras destes artistas.

As aquisições e doações apresentadas nesta exposição garantem o desenvolvimento permanente da Coleção e permitem ampliar o seu cerne de trabalhos históricos, assegurando que a história fundamental da arte dos anos 1960 e 1970 é constantemente enriquecida, repensada e atualizada. É o caso das obras de Sarkis e de Victor Pires Vieira.

Por outro lado, as aquisições recentes mostram uma preocupação em aumentar a presença da fotografia na Coleção. São disso exemplo as incorporações de obras de Wolfgang Tillmans, John Divola e António Júlio Duarte, artistas cujos trabalhos são pela primeira vez incluídos na Coleção de Serralves.

A arte dos nossos dias é representada nesta exposição por Trisha Donnelly, Ana Manso, Christine Sun Kim e Yonamine. Algumas destas obras foram especificamente produzidas para exposições realizadas em Serralves (casos de Ana Manso e Monir Sharoudy Farmanfarmaian), ou concebidas em diálogo com o contexto histórico, social e arquitetónico da Fundação, como é o caso de Nick Mauss.

As novas aquisições e doações também refletem o alargamento da coleção a novas geografias que vão para além do eixo Europa – Estados Unidos (como a Turquia, Irão e Angola) e a importância dada a artistas que tratam temas relacionados com o pós-colonialismo e, especificamente, com a relação entre Portugal e as suas ex-colónias, como é o caso de Ângela Ferreira.

O núcleo da Coleção de Arte Contemporânea de Serralves é a arte produzida desde os anos 1960 – período histórico de mudanças políticas, sociais e culturais que assistiu à emergência de novos paradigmas da produção artística – até ao presente pós-colonial e globalizado. As obras da Coleção têm sido regularmente apresentadas dentro e fora do Museu, em exposições como “Coleção de Serralves: 1960 — 1980” (2017), “Conversas: Arte portuguesa recente na Coleção de Serralves (2016) e “Pode o Museu ser um jardim? Obras da Coleção de Serralves” (2015). Um intenso programa de mostras itinerantes tem levado a Coleção a vários pontos do território nacional, um programa que será reforçado em 2018 com a realização de mais de 35 exposições da Coleção por todo o país.

Artistas representados na exposição:

John Divola, Trisha Donnelly, António Júlio Duarte, Ângela Ferreira, Ana Manso, Nick Mauss, Miguel Palma, Victor Pires Vieira, Ana Santos, Sarkis, Monir Sharoudy Farmanfaimaian, Christine Sun Kim, Wolfgang Tillmans, Yonamine


Fonte: Serralves