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PROGRAMA DE ESTÁGIOS DA FUNDAÇÃO DA JUVENTUDE APOSTA NAS INDÚSTRIAS CULTURAIS E CRIATIVAS

2017-03-30




PEJENE 2017 aposta em áreas como arquitetura, artes visuais e cénicas, artesanato, cinema, investigação, moda, música, entre outras.

· Empresas podem submeter a sua candidatura até 07 de abril em www.fjuventude.pt/pejene2017

· Programa destina-se a jovens estudantes que se encontrem a frequentar o penúltimo e último ano de qualquer curso do ensino superior

As empresas e entidades interessadas em acolher estagiários ao abrigo do Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior poderão fazê-lo, até 7 de abril, altura em que termina a primeira fase de candidaturas. A segunda fase é lançada a 17 de abril e destina-se a jovens estudantes que pretendam candidatar-se a um dos cerca de 450 estágios disponibilizados, até ao momento, pelas mais de 300 empresas que já se inscreveram.
As candidaturas são feitas diretamente através da plataforma www.fjuventude.pt/pejene2017 onde, após avaliação e devido enquadramento, serão divulgadas as vagas disponíveis para estágios.

Em 2017 uma das apostas do PEJENE vai para as áreas que atuem no campo da Economia Laranja. Assim, são considerados prioritários todos os estágios que se encontrem diretamente ligados a indústrias culturais e indústrias criativas que compreendem setores em que o valor dos seus bens e serviços se fundamenta na propriedade intelectual como seja arquitetura, as artes visuais e cénicas, o artesanato, o cinema, a investigação ou até a moda, música, entre outros.

Ricardo Carvalho, Presidente Executivo da Fundação da Juventude defende que «a Economia laranja constitui a base de uma nova partilha do valor da informação na era da criatividade. Apesar da relação complexa entre a economia e a cultura existem que destacam a importância da economia laranja na economia mundial, assim como o seu elevado potencial enquanto exportador de bens e serviços e enquanto potenciador de uma nova geração de empregos».

O PEJENE enquadra-se num dos vetores estratégicos de atuação da Fundação da Juventude - Emprego e Empreendedorismo – e constitui um importante fator de enriquecimento curricular assim como aquisição de experiência e conhecimento em contexto laboral. Este programa tem vindo a responder, desde 1993, às necessidades dos jovens que se encontram a finalizar o ensino superior, permitindo desempenhar tarefas de caráter profissional, e aumentar os seus conhecimentos em ambiente real de trabalho e não esquecendo as tendências mundiais de desenvolvimento económico.

«Na última edição do programa PEJENE a taxa de empregabilidade, verificada após a realização do estágio, foi de 19%, tendo-se verificado um crescimento de 4% face ao ano anterior. São resultados que se revelam bastante significativos, tendo em conta a conjuntura atual, em que existe uma grande dificuldade de empregabilidade por parte de jovens diplomados», acrescenta Ricardo Carvalho.