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ENTREVISTA



PENELOPE CURTIS


Há um ano e meio à frente da colecção Gulbenkian, Penelope Curtis teve a oportunidade de conversar com a Artecapital e fazer um ponto da situação em relação a objectivos e projectos mais imediatos. Interessada em desenvolver a forma como a colecção se apresenta ao público, assim como promover a interseção da arte contemporânea com os objectos históricos, Penelope Curtis apresenta-nos a sua visão pessoal sobre a colecção e estratégias expositivas.
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O ESTADO DA ARTE



ANTÓNIO VIEIRA


INVISUALIDADE DA PINTURA – PARTE 2: "UMA HISTÓRIA DA VISÃO E DA CEGUEIRA"
Antes de se tornar crítico, hermeneuta e historiador da arte do ocidente, Carlos Vidal procura as raízes culturais que ligam a pintura ao pensamento. Desfilam os pensadores clássicos, do Descartes do Dióptrico a Diderot. idal desce à Grécia antiga, sobe à Modernidade; regressa aos neoclássicos, volta ao tempo presente. Convoca pensadores e artistas, mas também escritores, músicos, cientistas, lógicos, matemáticos, políticos, e – ó surpresa – santos do cristianismo. Com todos eles percorre a história das ideias no mundo ocidental, a propósito dos conceitos de verdade, de finitude e de infinito, de sistematização do saber.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

MARC LENOT


FRANCISCO BRENNAND, MEGALOMANIA CERAMICA E TROPICALISMO
Francisco Brennand, herdeiro de uma família rica de Pernambuco, transformou, a partir de 1971, uma antiga fábrica de família, de tijolos e de telhas, num local de exposição das suas obras, numa área de 15 km². É uma encenação impressionante do seu trabalho em escultura, essencialmente em cerâmica, um templo cheio de símbolos, de traços de rituais, com as marcas de um tropicalismo pagão e sensual.
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OPINIÃO

SERGIO PARREIRA


ENTREVISTA COM AMANDA COULSON, DIRETORA ARTÍSTICA DA VOLTA FEIRA DE ARTE
Amanda Coulson é crítica de arte e curadora, sendo actualmente a directora artística da feira VOLTA em Basel, na Suiça, da qual foi uma das co-fundadoras em 2005. Escreveu para uma variedade de revistas de arte, incluindo a Frieze, Frieze d/e, Modern Paintings, Contemporary, Lápiz, Art Review e ARTnews. [English version available]
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ARQUITETURA E DESIGN

PAULA PINTO


“ÁRVORE” (2002), UMA OBRA COM A AUTORIA EM SUSPENSO
Se no espaço público o objecto ou monumento artístico se discutem sobre uma linha de envolvência cultural, parece não existir qualquer entidade responsável pela sua preservação nem um espaço físico e intelectual para a discussão desta problemática. A progressiva destruição de “Árvore” (2002) evoca o desaparecimento de obras únicas, que existem ou foram construídas para o espaço público e que por consequência, são irresgatáveis para o contexto responsável e controlado do espaço museológico.
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MÚSICA

KARRIEM RIGGINS


EXPERIÊNCIAS E IDEIAS SOBRE RITMO E HARMONIAS
É ao que não se nos instala hirto e estático na memória que regressamos não raras vezes, não para enrijecer a volatilidade dessa impressão, mas para experimentarmos uma versatilidade de outras, diferentes a cada regresso, esta diferente da outra. Essa fluidez orgânica não é, aliás, sintoma e sinónimo automático de ausência de individualidade. Pelo contrário, é o caso
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

How to see Francis Picabia — with Lisa Yuskavage and MoMA curator Anne Umland







:: Série Brasil Visual está disponível para download

:: Mais de 200 livros e catálogos do Museu Guggenheim disponíveis online para download

:: U.N.K.L.E. – Novo álbum em Junho



PREVIEW

Ciclo de Conferências da exposição O mais profundo é a pele | 27 Mai, 18h30, Palácio Pombal, Lisboa


A exposição O mais profundo é a pele apresenta a coleção de pele humana tatuada (1910-1940) do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses I.P., analisando-a na perspetiva científica/médico-legal, filosófica e artística.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

MIGUEL BRANCO / MICHAEL HUEY / WOLFGANG WIRTH

ABSOLUTE DURATION


Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa

O valor da transitoriedade da Natureza e da Arte evidencia o estado psíquico do observador, por se encontrar numa experiência de luto e de dor, onde a obscuridade não lhe permite usufruir da beleza eterna das coisas-em-si. Wolfgang Wirth, Miguel Branco e Michael Huey expressam análoga transitoriedade do espaço, da beleza e do ser humano, numa «instalação caleidoscópica».
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INEZ TEIXEIRA

TERRA INCÓGNITA


Fundação Portuguesa das Comunicações,
Pinturas abstractas nas quais admiramos a estrutura, formas e cores, mas que provocam uma sensação de distância e frieza. Outras, e é o caso das grandes composições em papel de Inez Teixeira, onde sem reconhecermos qualquer forma, nos projectamos, entramos na imagem, quer recuemos quer nos aproximemos bem perto.
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GORDON MATTA-CLARK

SPLITTING, CUTTING, WRITING, DRAWING, EATING… GORDON MATTA-CLARK


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Analisar o trabalho de Gordon Matta-Clark é algo complexo e que requer uma observação atenta dos vários parâmetros da sua criação, produção e conceito artísticos, bem como das intersecções entre eles e os seus vários movimentos. Como ponto de partida, João Ribas procurou compreender o processo base de trabalho do artista, no qual identificou ações que se repetem em cada projeto e que, consequentemente, se tornaram definidoras da sua obra e do título desta exposição: separar, cortar, escrever, desenhar e comer.
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COLECTIVA

DA COLEÇÃO EM CHAVES: CORPO, ABSTRAÇÃO E LINGUAGEM NA ARTE PORTUGUESA: OBRAS EM DEPÓSITO DA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA NA COLEÇÃO DE SERRALVES


Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, Chaves
Procurou-se que fossem criadas narrativas, obra após obra e artista após artista. Uma primeira realidade comum a todas as obras, que lhes está inerente desde o momento de criação, é o facto de representarem os diálogos estabelecidos entre artistas portugueses e entre estes e a restante produção artística internacional, na época do pós-guerra.
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COLECTIVA

DO IT


FBAUP - Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Porto
Do it apresenta-se como uma exposição itinerante que se move por cidades, países e tempos distintos. O seu ponto de partida foi traçado em 1993, em Paris, durante uma conversa entre Hans Ulrich Obrist e os reconhecidos artistas Christian Boltanski e Bertrand Lavier.
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PEDRO CABRAL SANTO

UNFORESEEABLE


Ruínas de Milreu, Faro
Unforesseable fala-nos de um tempo imprevisível, mas, simultaneamente previsto por todos aqueles, filósofos ou artistas, que anteciparam com suas inquietações o que vivemos neste preciso instante. Se o tempo não é abarcável nas suas 3 dimensões, passado, presente e futuro, é porque ele é cíclico e funciona em camadas que se sobrepõem: ora aparecem umas, ora aparecem outras.
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COLECTIVA

QUOTE/UNQUOTE


Galeria Municipal do Porto, Porto
Partindo de uma inicial seleção de 200 obras, expõem-se 84, datadas dos anos 60 até aos dias de hoje, assinadas por 49 artistas. Pertencentes à coleção da Fundação EDP, apresentam uma narrativa sobre a mesma, sobre o seu crescimento e significado. Perante a dimensão do espólio e de acordo com o tema proposto, as curadoras procuraram identificar as peças que detêm um gesto apropriativo.
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