Links

ENTREVISTA



EUGÉNIA MUSSA E CRISTIANA TEJO


Eugénia Mussa e Cristiana Tejo, artista e curadora, provenientes do espaço das ex-colónias portuguesas (Moçambique e Brasil), coincidem na exposição "Meridiano Pacífico", na Galeria Quadrum, em Lisboa. A residirem na capital portuguesa há já alguns anos, depois de um percurso que as levou por várias geografias e actividades, a Artecapital conversou com ambas sobre o seu percurso e os projectos actuais.
LER MAIS

O ESTADO DA ARTE



SÉRGIO PARREIRA


ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O CONCEITO CONTEMPORÂNEO DE FEIRA DE ARTE
É inquestionável que a Feira de Arte está hoje instituída como o principal evento no mercado de arte, e certamente que se trata de um modelo de continuidade. Podemos, no entanto, verificar inúmeras variações na forma como estas exposições se apresentam e é aí que gostaria de concentrar a minha análise e tentar perceber o que poderá ser ou não um modelo respeitável e de sucesso.
LER MAIS

::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
(+)

PERSPETIVA ATUAL

ALEXANDRA BALONA


COREOGRAFAR ALÉM DO SUJEITO. A CRISE DA MATÉRIA EM “THE ARTIFICIAL NATURE SERIES”, DE METTE INGVARTSEN
Este texto integra uma investigação mais ampla sobre práticas discursivas no âmbito das artes performativas no contexto europeu (em especial, em práticas coreográficas) que, desde a primeira década do século XXI, têm sublinhado uma crítica ao sujeito antropocêntrico, destabilizando algumas das dicotomias modernas, nomeadamente, entre sujeito-objecto, humano-animal/matéria/tecnologia, humano-natureza, ou natureza-cultura.
LER MAIS


OPINIÃO

LUÍS RAPOSO


A TRAGICOMÉDIA DA DESCENTRALIZAÇÃO, OU DE COMO SE ARRISCA ESTRAGAR UMA BOA IDEIA
Já algo foi dito sobre a legislação relativa à chamada “descentralização”, que faz o seu percurso de discussão na Assembleia da República. Percurso tão meteórico que nos arriscamos a que tenha terminado antes mesmo de ter começado. Portugal e os processos legislativos têm destas coisas: andamos anos e anos “a encanar a perna à rã” e depois, por circunstâncias decorrentes da vontade de personalidades ex-maquina, mais do que de impulsos populares, tudo tem ser feito de afogadilho, antes que a conjuntura passe.
LER MAIS

ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


ÁLVARO SIZA : VISÕES DA ALHAMBRA
Álvaro Siza destaca a delicadeza da Alhambra árabe, das suas formas orientais, geométricas, desenhadas ao pormenor, das cores que irrompem dos azulejos, características de um estilo cuidado e elaborado através da junção de materiais e uma multiplicidade de elementos. Deste modo, no caso de qualquer alteração às edificações, essas particularidades que compõem a cidade devem ser tidas em consideração, nelas se incluindo uma estrutura de equivalente magnitude que se instala na área, o Palácio de Carlos V.
LER MAIS

MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


PONTIAK – UM PASSO EM FRENTE
O oitavo longa-duração do trio, aos quais acresce uma mão cheia de EP’s, chega-nos como o envelope sugestivo de uma mensagem. As palavras de Van assim o confirmam “It’s not a political album. The message we want to get across is the importance of being present in the moment. Maybe everything is fucked. But you can do something about that.”
LER MAIS

BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

How to see Francis Picabia — with Lisa Yuskavage and MoMA curator Anne Umland







:: Pogo Teatro vítima de pilhagem e vandalismo no Teatro São Luiz

:: Plano das Coisas, de Jorge Dias | 4 Abr-4 Mai, Camões – Centro Cultural Português em Maputo

:: WHITNEY BIENNIAL 2017



EXPOSIÇÕES ATUAIS

COLECTIVA

DO IT


FBAUP - Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Porto

Do it apresenta-se como uma exposição itinerante que se move por cidades, países e tempos distintos. O seu ponto de partida foi traçado em 1993, em Paris, durante uma conversa entre Hans Ulrich Obrist e os reconhecidos artistas Christian Boltanski e Bertrand Lavier.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

PEDRO CABRAL SANTO

UNFORESEEABLE


Ruínas de Milreu, Faro
Unforesseable fala-nos de um tempo imprevisível, mas, simultaneamente previsto por todos aqueles, filósofos ou artistas, que anteciparam com suas inquietações o que vivemos neste preciso instante. Se o tempo não é abarcável nas suas 3 dimensões, passado, presente e futuro, é porque ele é cíclico e funciona em camadas que se sobrepõem: ora aparecem umas, ora aparecem outras.
LER MAIS MIRIAN TAVARES

COLECTIVA

QUOTE/UNQUOTE


Galeria Municipal do Porto, Porto
Partindo de uma inicial seleção de 200 obras, expõem-se 84, datadas dos anos 60 até aos dias de hoje, assinadas por 49 artistas. Pertencentes à coleção da Fundação EDP, apresentam uma narrativa sobre a mesma, sobre o seu crescimento e significado. Perante a dimensão do espólio e de acordo com o tema proposto, as curadoras procuraram identificar as peças que detêm um gesto apropriativo.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

VALTER VENTURA

OBSERVATÓRIO DE TANGENTES


MNAC - Museu do Chiado , Lisboa
Em português, como em inglês, «tirar», «disparar», aplica-se tanto a uma bala como a uma fotografia, enquanto que em francês, tirar uma fotografia, é fazer-se uma tiragem. Na maioria das línguas há também palavras comuns ao tiro, à caça e à fotografia: o fotógrafo é um caçador de imagens.
LER MAIS MARC LENOT

MANUELA MARQUES

MANUELA MARQUES E VERSAILLES A FACE ESCONDIDA DO SOL


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Na Galeria do Piso Inferior, Manuela Marques apresenta o seu projecto, num rizoma conceptual e visual. A deambulação e a intimidade emergem na passagem entre os espaços de Versailles: «corredores destinados ao uso da antiga corte». Desta forma, a artista torna-se uma «flâneur».
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

FILIPE MARQUES

FEEL IT, NO FEAR. THE FLESH YIELDS AND IS NUMB/TOCA, SEM MEDO. A CARNE É MACIA E NÃO SENTE DOR


Galeria Fernando Santos (Porto), Porto
Palavras e imagens, físico e fotográfico, visual, auditivo e sensorial, realidade e ilusão unem-se numa harmonia invulgar que cativa, ao mesmo tempo que inquieta, movendo o espetador que se permite a tal experiência. A galeria, habitada por uma luz natural que faz o seu caminho através das grandes montras e se projeta ao longo das paredes brancas, encontra-se desta vez perante uma proposta invulgarmente mais escura.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

ÂNGELO DE SOUSA

ÂNGELO DE SOUSA, UN EXPLORATEUR DÉROUTANT


Fundação Calouste Gulbenkian – Delegação em França, Paris
A sua prática cobriu uma ampla variedade de «mediums», pintura, escultura, desenho, fotografia, instalação, filmes experimentais. Depois de varias exposições retrospectivas da sua obra em Portugal, a Delegação da Fundação Calouste Gulbenkian em França dá a oportunidade aos parisienses de descobrir uma parte do seu trabalho com a sua primeira exposição monográfica naquele país.
LER MAIS MARC LENOT