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ENTREVISTA



VERA CORTÊS


Começou em 2003 a produzir exposições em espaços diversos da capital, através da sua agência cujos “dois grandes objetivos eram dar visibilidade a jovens artistas e criar novos colecionadores”. Em 2006 estabelece-se num espaço próprio e começa a representar artistas, criando a Galeria Vera Cortês, uma das mais dinâmicas e internacionais galerias portuguesas. Em conversa com Sérgio Parreira, a galerista traça aqui um percurso pessoal e profissional, revisitando estes 15 anos de trabalho, sem arredar olhos do futuro.
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O ESTADO DA ARTE



VICTOR PINTO DA FONSECA


NO CORAÇÂO DESTA TERRA
Em pleno movimento de polémica na cultura, aproveito para confessar, a fragilidade da minha admiração pela reivindicação dramática das plataformas da cultura (que mais me parece encenada), por um novo modelo de apoio às artes! Revolucionários sem Revolução: recordo que a maioria daqueles que agora gritam, "um novo modelo de apoio às artes é indispensável, devemos dar-lhe cumprimento", são os mesmos que almoçaram no passado com o então candidato a primeiro ministro António Costa e apoiaram o discurso floreado de voltar a dar um ministério para a cultura...
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PERSPETIVA ATUAL

BRUNO CARACOL


CUMPLICIDADES
Dois eventos particulares no terreno das artes performativas cruzaram-se durante o mês de Março. Não se trata aqui de fazer um resumo destes eventos, demasiado fragmentário para poder ser justo, antes partir de 3 peças que os atravessaram para desenhar um corpo comum, interrogando-o a partir da força vital que se supõe animá-lo. Estas peças, aparentemente sem maior relação que o tempo e lugar em que aconteceram, escondem um entender do corpo como uma plataforma onde superfície e profundidade se confundem, e cuja vitalidade se revela nos pequenos movimentos.
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OPINIÃO

HELENA OSÓRIO


PARTE II - A FAMOSA RAINHA NZINGA (OU NJINGA) – TÃO AMADA, QUANTO TEMIDA E ODIADA, EM ÁFRICA E NO MUNDO
Abundam estudos e todo o tipo de obras artísticas e literárias, sobre a rainha angolana Nzinga Mbandi, desde o século XVII à atualidade. É uma das personalidades mais famosas da história centro-africana e a rainha de Angola melhor documentada. O percurso de vida justifica a lenda da soberana africana, terrível combatente, que passa de cristã convertida em 1622, a feroz imbangala canibal em 1630, regressando ao Cristianismo em 1656.
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ARQUITETURA E DESIGN

CARLA CARBONE


POLAROID
As novas gerações procuram perceber as qualidades intrínsecas e poéticas dos materiais. Desenham em torno do princípio de que o material comunica. Deixam que ele dite as suas próprias leis, sem tentar enquadrá-lo em tipologias. O material contém os traços da sua própria tipologia, da sua própria geneologia. Porque é próprio dele a propriedade técnica, estética e funcional.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


LOLINA – THE SMOKE
Numa matriz sintetizada em apenas três entradas – a ética, a poética e a estética –, a genialidade admirável de Rancière parece conseguir capturar a história evolutiva, ainda que não linear, ziguezagueante nas direcções, feita de avanços e recuos, e avanços, do pensamento sobre a prática artística, a natureza da experiência sensível e o processo imaginativo do e sobre o artista e o observador, que lhe são quer causa quer efeito.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

"PINOCCHIO È MALATO", PEDRO CABRAL SANTO







:: MANIFESTO do artista Julian Rosefeldt estreia nos cinemas nacionais



EXPOSIÇÕES ATUAIS

VASCO ARAÚJO

LA MORTE DEL DESIDERIO


Galeria Francisco Fino, Lisboa

A tradução para português não deixa dúvidas: é da morte do desejo e, em última instância, da nossa própria morte que aqui se trata. A folha de sala, em registo epistolar, lança o mote: Seremos outra coisa a não ser a projeção de um desejo?
LER MAIS WILSON LEDO

HENRIQUE VIEIRA RIBEIRO

NO PRINCÍPIO


quARTel da Arte Contemporânea de Abrantes, coleção Figueiredo Ribeiro, Abrantes
Henrique Vieira Ribeiro apresenta grandes fotografias abstratas coloridas, fotografias de pura matéria onde o olhar se esforça para reconhecer formas discerníveis, numa secção que não sabemos apreender a escala por falta de pontos de referência. O que vemos nas fotografias? Será o céu e as nuvens num dia em que o sol brilharia?
LER MAIS MARC LENOT

TITO MOURAZ

FLUVIAL


Módulo – Centro Difusor de Arte (Lisboa), Lisboa
A paisagem do fotógrafo Tito Mouraz devolve ao espectador um olhar introspetivo do que se entende de perceção contemporânea, de modo a estabelecer uma nova relação íntima entre ser humano e natureza. Trata-se de refletir sobre a paisagem enquanto experiência de lazer.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

COLECTIVA

GERMINAL


Galeria Municipal do Porto, Porto
Toda a coleção privada surge, habitualmente, como reflexo do gosto estético do seu fundador. Quando se trata de um artista, pode ainda ocorrer que, no conjunto das obras que este adquire, se encontrem características e elementos também decorrentes da sua própria criação artística.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

WILLIAM EGGLESTON

WILLIAM EGGLESTON: LOS ALAMOS


The Metropolitan Museum of Art (Fifth Avenue), Nova Iorque
Em Los Alamos, podemos ver setenta e cinco impressões de negativos a cores, registadas por Eggleston entre 1965 e 1974 enquanto viajou pelos Estados Unidos na companhia do ator Dennis Hopper e do curador e crítico de arte Walter Hopps. Nesta série que é apresentada na sua totalidade pela primeira vez em Nova Iorque podem ver-se cenas de um quotidiano suburbano de cidades como Nova Orleães, Las Vegas, e Memphis.
LER MAIS SÉRGIO PARREIRA

ARLINDO SILVA E SÓNIA NEVES

ALEGORIA


Espaço MIRA, Porto
O que nos espera, naquele espaço da zona de Campanhã, é uma proposta artística que coincide com a vida, que a incorpora como parte integrante e irredutível, dizendo-nos que a arte não é sobre ou a partir da vida, mas que se faz com, em, dentro da vida. A relação é umbilical, o que nos leva ao tema desta Alegoria.
LER MAIS LAURA CASTRO

SUSAN MEISELAS

MÉDIATIONS


Jeu de Paume (Concorde), Paris
Eu não falarei (ou falarei pouco) sobre o que Susan Meiselas fotografa, mas vou falar sobre o seu relacionamento com as pessoas que ela fotografa, e da sua relação com a fotografia em si, a sua verdade e a sua imperfeição.
LER MAIS MARC LENOT