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ENTREVISTA



MÓNICA ÁLVAREZ CAREAGA


Mónica Álvarez Careaga é directora da feira Drawing Room, que terá a sua segunda edição em Lisboa entre os dias 9 e 13 de Outubro. Curadora responsável pela organização de secções especiais dedicadas ao desenho em feiras como Swab Barcelona, Art Beijing e Set Up Bologna, e consultora artística da Arte Lisboa entre 2007 e 2011, inaugurou a Drawing Room Madrid há quatro anos como uma alternativa à Arco.
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O ESTADO DA ARTE



VICTOR PINTO DA FONSECA


PARAÍSO PERDIDO
Existe algo que ouvimos vezes sem conta — que o universo da arte contemporânea em Portugal, em rigor, é olhado com desconfiança pela maioria das pessoas, por ser indício de um sistema bastante fechado e de difícil acesso. Motivo para a maioria não ter confiança nenhuma no conceito de "arte contemporânea". No entanto, ainda que isso não implique que a pessoa que aborde questões da arte contemporânea seja livre para discordar, se o desejar, a grande maioria retira-se de discordar... Conforma-se com as mesmas histórias repetidas uma e outra vez pelo sistema artístico, e acolhe sem nenhuma reserva as determinações do sistema autoritário que está contra a discórdia!
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PERSPETIVA ATUAL

SÉRGIO PARREIRA


ARTE DE ESTACIONAR PLANETAS: MIGUEL PALMA (AINDA) O DESCONFORTO MODERNO
Todo o trabalho do Miguel Palma vive do contaminar da obra com uma contradição com sentido através da construção de objetos que aparentemente não tem uma justificação plausível para a sua edificação ou existência. Sejam estes escultura, instalação, vídeo, performance, uma combinação de diversas técnicas com mecanismos (máquinas), um metamorfosear de universos plásticos e científicos, ou puramente ideias e especulações de execução, readquirem sempre, após confrontarem o espetador com a inadequação da formulação, um significado ecuménico.
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OPINIÃO

NUNO LOURENÇO


O CENTRO INTERPRETATIVO DO MUNDO RURAL E AS NATUREZAS-MORTAS DE SÉRGIO BRAZ D´ALMEIDA
No Centro Interpretativo do Mundo Rural do Vimieiro as paredes brancas anulam a rudeza implícita das ferramentas, objetos domésticos e alfaias agrícolas, elevando a sua condição de objetos de trabalho a uma dimensão estética. Apesar de não serem obras de arte, a sua descontextualização “clean” integrada num ambiente museológico contemporâneo, força o nosso olhar e consequentemente a nossa mente, para a transformação do objeto enquanto coisa, num objeto intocável donde ressalta mais que tudo a sua dimensão aurática. Neste centro interpretative está patente até 24 de novembro uma verdadeira exposição de arte contemporânea. Sérgio Braz d´Almeida apresenta-se com um projeto fotográfico de naturezas-mortas desconcertante, em colaboração com Cortex Frontal, uma organização de residências artísticas sediada em Arraiolos.
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ARQUITETURA E DESIGN

CARLA CARBONE


TEMPOS MODERNOS, CERÂMICA INDUSTRIAL PORTUGUESA ENTRE GUERRAS
A exposição, comissariada por Rita Gomes Ferrão, pretende ser uma mostra representativa da cerâmica portuguesa da primeira metade do século XX, e acentuar a importância da valorização da memória do povo português, além da consequente necessidade de preservação da sua identidade. A iniciativa desta exposição procura também “evidenciar a produção cerâmica portuguesa e o contexto internacional, no rescaldo das vanguardas artísticas do século XX”. Além de procurar escrever uma história da cerâmica moderna portuguesa, ainda algo embrionária.
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MÚSICA

MIGUEL PINTO


R.I.P HAYMAN: DREAMS OF INDIA AND CHINA
Na tentativa de desenhar uma separação entre o autor e a sua obra, Dreams of India and China apresenta-se de imediato como um problema: não só foi composto pela desmontagem de arquivos que R.I.P Hayman produziu entre 1973 e 1986, como parece trabalhar com a iconografia do seu autor, construindo-lhe um percurso possível. No entanto este afastamento nunca faria sentido: a mistura da vida com a arte é inerente ao legado de Hayman, um homem que se interessou tanto pela marinha e jardinagem como pela performance artística, parecendo tratá-los no caráter beuysiano da vida enquanto pedaço da arte (e não o contrário).
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PREVIEW

11ª edição InShadow – Lisbon ScreenDance Festival | 12 Nov a 18 Dez, Lisboa


O Festival InShadow insere-se na área do vídeo-dança e performance assumindo o cruzamento de áreas artísticas do corpo e da imagem.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

PAULA REGO

PAULA REGO. O GRITO DA IMAGINAÇÃO


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

Encontrando-se Serralves a celebrar, no presente ano 2019, o trigésimo aniversário da sua coleção, é precisamente da artista Paula Rego que o museu conta com um número de obras muito significativo. É a partir deste espólio que se concebeu a mais recente ocasião expositiva, à qual ainda se acrescentaram algumas outras peças selecionadas pela curadora Marta Moreira de Almeida.
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Sara Mealha

TANGO


O Armário, Lisboa
A exposição de Sara Mealha, Tango - inaugurada a 05 de Outubro e patente no Armário até dia 28 de Novembro, visitável sob marcação e com a atenta e disponível companhia da Benedita - traz-nos o gesto expositivo de esconder o evidente. Não disfarçar, não fingir: velar. Há um acondicionamento do armário e do espaço-ele-mesmo que torna evidente a incapacidade do proposto: é impossível esconder-se não só as evidências como aquele armário, e aquele espaço, ou o espaço vazio que entre eles se forma e que nós, enquanto corpos, ocupamos.
LER MAIS Catarina Real

Gonçalo Pena e Leonardo Rito

BITRIBI


O Armário, Lisboa
O Sindicato dos Pintores é um projecto nómada fundado por Mariana Gomes, pintora, e que, como é dito na sua página, não é nem um sindicato nem uma associação. Bate-se pela pintura de qualquer das formas: apenas a pintura se faz mostrar. Juntam-se pintores, redescobrem-se pinturas, chamam-se pintores à cena de Lisboa onde já não eram avistados faz uns anos, discutem-se pincéis, trocam-se pinceladas por dá cá aquela palha.
LER MAIS Catarina Real

PATRÍCIA SERRÃO E RODRIGO ROSA

SABOTAGE


Galeria TREM, Faro
Há uma sensibilidade comum que os une, um sentimento de desespero otimista: mesmo sem acreditar em mais nada, ainda acreditam na arte como portadora de uma mensagem, como meio capaz de falar ao mundo, como um meta-texto que se reinventa a cada instante.
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OLAFUR ELIASSON

O VOSSO/NOSSO FUTURO É AGORA


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Olafur Eliasson questiona não só de onde viemos, mas também, com igual ou até maior importância, para onde vamos. O artista dinamarquês-islandês também é conhecido pela escala dos seus trabalhos, algo que agora se pode observar e experienciar em Serralves, tanto dentro do museu como fora, no parque.
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HENRIQUE VIEIRA RIBEIRO

O ARQUIVISTA. PROJETO CT1LN: PARTE II


MNAC - Museu do Chiado , Lisboa
Numa procura de um léxico de um radioamador, o artista projeta-nos para diferentes possibilidades de interrelação. «Conversas» com várias «linhas de campo» que se expandem em várias direções vão sendo construídas.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

CHRISTINE HENRY

A FUGA


Associação 289, Faro
Fuga é composta de esculturas, ou de grupos escultóricos, que se referem a factos específicos da vida da artista ou a outros tantos, igualmente pessoais, mas da ordem do metafórico e do existencial: representam, ou apresentam vestígios, de fugitivos diversos no seu movimento contínuo.
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