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ENTREVISTA



MÓNICA ÁLVAREZ CAREAGA


Mónica Álvarez Careaga é directora da feira Drawing Room, que terá a sua segunda edição em Lisboa entre os dias 9 e 13 de Outubro. Curadora responsável pela organização de secções especiais dedicadas ao desenho em feiras como Swab Barcelona, Art Beijing e Set Up Bologna, e consultora artística da Arte Lisboa entre 2007 e 2011, inaugurou a Drawing Room Madrid há quatro anos como uma alternativa à Arco.
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O ESTADO DA ARTE



HENRIQUE MENEZES


36º PANORAMA DA ARTE BRASILEIRA
Nesta edição que traz os mais claros contornos políticos de seus últimos 10 anos (precedida por temas como uma reflexão sobre a arquitetura ou uma ode aos minerais), somam-se obras concebidas a partir de memórias de luta, resgates de feridas históricas e conjecturas sobre um futuro consciente das identidades até então veladas. Dos 29 artistas convidados para a mostra, 22 deles nasceram nos anos 1980 e 1990: uma geração que agora chega ao MAM trazendo referências revigoradas, ao espelho do desenvolvimento social nas primeiras décadas do século XXI no país.
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PERSPETIVA ATUAL

SÉRGIO PARREIRA


ARTE DE ESTACIONAR PLANETAS: MIGUEL PALMA (AINDA) O DESCONFORTO MODERNO
Todo o trabalho do Miguel Palma vive do contaminar da obra com uma contradição com sentido através da construção de objetos que aparentemente não tem uma justificação plausível para a sua edificação ou existência. Sejam estes escultura, instalação, vídeo, performance, uma combinação de diversas técnicas com mecanismos (máquinas), um metamorfosear de universos plásticos e científicos, ou puramente ideias e especulações de execução, readquirem sempre, após confrontarem o espetador com a inadequação da formulação, um significado ecuménico.
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OPINIÃO

NUNO LOURENÇO


O CENTRO INTERPRETATIVO DO MUNDO RURAL E AS NATUREZAS-MORTAS DE SÉRGIO BRAZ D´ALMEIDA
No Centro Interpretativo do Mundo Rural do Vimieiro as paredes brancas anulam a rudeza implícita das ferramentas, objetos domésticos e alfaias agrícolas, elevando a sua condição de objetos de trabalho a uma dimensão estética. Apesar de não serem obras de arte, a sua descontextualização “clean” integrada num ambiente museológico contemporâneo, força o nosso olhar e consequentemente a nossa mente, para a transformação do objeto enquanto coisa, num objeto intocável donde ressalta mais que tudo a sua dimensão aurática. Neste centro interpretative está patente até 24 de novembro uma verdadeira exposição de arte contemporânea. Sérgio Braz d´Almeida apresenta-se com um projeto fotográfico de naturezas-mortas desconcertante, em colaboração com Cortex Frontal, uma organização de residências artísticas sediada em Arraiolos.
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ARQUITETURA E DESIGN

CARLA CARBONE


TEMPOS MODERNOS, CERÂMICA INDUSTRIAL PORTUGUESA ENTRE GUERRAS
A exposição, comissariada por Rita Gomes Ferrão, pretende ser uma mostra representativa da cerâmica portuguesa da primeira metade do século XX, e acentuar a importância da valorização da memória do povo português, além da consequente necessidade de preservação da sua identidade. A iniciativa desta exposição procura também “evidenciar a produção cerâmica portuguesa e o contexto internacional, no rescaldo das vanguardas artísticas do século XX”. Além de procurar escrever uma história da cerâmica moderna portuguesa, ainda algo embrionária.
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MÚSICA

MIGUEL PINTO


R.I.P HAYMAN: DREAMS OF INDIA AND CHINA
Na tentativa de desenhar uma separação entre o autor e a sua obra, Dreams of India and China apresenta-se de imediato como um problema: não só foi composto pela desmontagem de arquivos que R.I.P Hayman produziu entre 1973 e 1986, como parece trabalhar com a iconografia do seu autor, construindo-lhe um percurso possível. No entanto este afastamento nunca faria sentido: a mistura da vida com a arte é inerente ao legado de Hayman, um homem que se interessou tanto pela marinha e jardinagem como pela performance artística, parecendo tratá-los no caráter beuysiano da vida enquanto pedaço da arte (e não o contrário).
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PREVIEW

11ª edição InShadow – Lisbon ScreenDance Festival | 12 Nov a 18 Dez, Lisboa


O Festival InShadow insere-se na área do vídeo-dança e performance assumindo o cruzamento de áreas artísticas do corpo e da imagem.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

PAULA REGO

PAULA REGO. O GRITO DA IMAGINAÇÃO


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

Encontrando-se Serralves a celebrar, no presente ano 2019, o trigésimo aniversário da sua coleção, é precisamente da artista Paula Rego que o museu conta com um número de obras muito significativo. É a partir deste espólio que se concebeu a mais recente ocasião expositiva, à qual ainda se acrescentaram algumas outras peças selecionadas pela curadora Marta Moreira de Almeida.
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Sara Mealha

TANGO


O Armário, Lisboa
A exposição de Sara Mealha, Tango - inaugurada a 05 de Outubro e patente no Armário até dia 28 de Novembro, visitável sob marcação e com a atenta e disponível companhia da Benedita - traz-nos o gesto expositivo de esconder o evidente. Não disfarçar, não fingir: velar. Há um acondicionamento do armário e do espaço-ele-mesmo que torna evidente a incapacidade do proposto: é impossível esconder-se não só as evidências como aquele armário, e aquele espaço, ou o espaço vazio que entre eles se forma e que nós, enquanto corpos, ocupamos.
LER MAIS Catarina Real

Gonçalo Pena e Leonardo Rito

BITRIBI


O Armário, Lisboa
O Sindicato dos Pintores é um projecto nómada fundado por Mariana Gomes, pintora, e que, como é dito na sua página, não é nem um sindicato nem uma associação. Bate-se pela pintura de qualquer das formas: apenas a pintura se faz mostrar. Juntam-se pintores, redescobrem-se pinturas, chamam-se pintores à cena de Lisboa onde já não eram avistados faz uns anos, discutem-se pincéis, trocam-se pinceladas por dá cá aquela palha.
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PATRÍCIA SERRÃO E RODRIGO ROSA

SABOTAGE


Galeria TREM, Faro
Há uma sensibilidade comum que os une, um sentimento de desespero otimista: mesmo sem acreditar em mais nada, ainda acreditam na arte como portadora de uma mensagem, como meio capaz de falar ao mundo, como um meta-texto que se reinventa a cada instante.
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OLAFUR ELIASSON

O VOSSO/NOSSO FUTURO É AGORA


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Olafur Eliasson questiona não só de onde viemos, mas também, com igual ou até maior importância, para onde vamos. O artista dinamarquês-islandês também é conhecido pela escala dos seus trabalhos, algo que agora se pode observar e experienciar em Serralves, tanto dentro do museu como fora, no parque.
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HENRIQUE VIEIRA RIBEIRO

O ARQUIVISTA. PROJETO CT1LN: PARTE II


MNAC - Museu do Chiado , Lisboa
Numa procura de um léxico de um radioamador, o artista projeta-nos para diferentes possibilidades de interrelação. «Conversas» com várias «linhas de campo» que se expandem em várias direções vão sendo construídas.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

CHRISTINE HENRY

A FUGA


Associação 289, Faro
Fuga é composta de esculturas, ou de grupos escultóricos, que se referem a factos específicos da vida da artista ou a outros tantos, igualmente pessoais, mas da ordem do metafórico e do existencial: representam, ou apresentam vestígios, de fugitivos diversos no seu movimento contínuo.
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