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ENTREVISTA



RUI CHAFES


A propósito da exposição “Incêndio”, actualmente patente na Galeria Filomena Soares, a Artecapital conversou com o escultor Rui Chafes sobre este seu último trabalho e sobre algumas características distintivas da sua obra. A “catedral ardida”, cujas colunas ainda se elevam ao infinito, espaço refúgio do ruído diário, foi o mote para uma conversa à volta da poesia, da beleza, do poder da arte, do espaço entre a vida e a morte, sobre o princípio e o fim.
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O ESTADO DA ARTE



SÉRGIO PARREIRA


ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O CONCEITO CONTEMPORÂNEO DE FEIRA DE ARTE
É inquestionável que a Feira de Arte está hoje instituída como o principal evento no mercado de arte, e certamente que se trata de um modelo de continuidade. Podemos, no entanto, verificar inúmeras variações na forma como estas exposições se apresentam e é aí que gostaria de concentrar a minha análise e tentar perceber o que poderá ser ou não um modelo respeitável e de sucesso.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

ALEXANDRA BALONA


COREOGRAFAR ALÉM DO SUJEITO. A CRISE DA MATÉRIA EM “THE ARTIFICIAL NATURE SERIES”, DE METTE INGVARTSEN
Este texto integra uma investigação mais ampla sobre práticas discursivas no âmbito das artes performativas no contexto europeu (em especial, em práticas coreográficas) que, desde a primeira década do século XXI, têm sublinhado uma crítica ao sujeito antropocêntrico, destabilizando algumas das dicotomias modernas, nomeadamente, entre sujeito-objecto, humano-animal/matéria/tecnologia, humano-natureza, ou natureza-cultura.
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OPINIÃO

LUÍS RAPOSO


A TRAGICOMÉDIA DA DESCENTRALIZAÇÃO, OU DE COMO SE ARRISCA ESTRAGAR UMA BOA IDEIA
Já algo foi dito sobre a legislação relativa à chamada “descentralização”, que faz o seu percurso de discussão na Assembleia da República. Percurso tão meteórico que nos arriscamos a que tenha terminado antes mesmo de ter começado. Portugal e os processos legislativos têm destas coisas: andamos anos e anos “a encanar a perna à rã” e depois, por circunstâncias decorrentes da vontade de personalidades ex-maquina, mais do que de impulsos populares, tudo tem ser feito de afogadilho, antes que a conjuntura passe.
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ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


ÁLVARO SIZA : VISÕES DA ALHAMBRA
Álvaro Siza destaca a delicadeza da Alhambra árabe, das suas formas orientais, geométricas, desenhadas ao pormenor, das cores que irrompem dos azulejos, características de um estilo cuidado e elaborado através da junção de materiais e uma multiplicidade de elementos. Deste modo, no caso de qualquer alteração às edificações, essas particularidades que compõem a cidade devem ser tidas em consideração, nelas se incluindo uma estrutura de equivalente magnitude que se instala na área, o Palácio de Carlos V.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


TRISTESSE CONTEMPORAINE – SEM ILUSÕES NEM DESILUSÕES
Uma face da moeda é cunhada pelos actuais sistemas de poder económico predadores e ímpios que, sem hesitar, cospem sem hipótese de resgate para um abismo profundo os banidos, expulsos do sistema por não lhe serem mais úteis. A outra face da moeda desta hiper-mobilidade de pessoas, informação e conteúdos, aproximados por 0’s e 1’s tecnológicos, gera uma nova identidade. Na identidade cosmopolita e global, princípios de tolerância e curiosidade mútuos geram aceitação e validade do todo composto por cada um apenas devido ao que cada um é. É esta outra face da moeda que reúne Narumi, Maik e Jakob.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

How to see Francis Picabia — with Lisa Yuskavage and MoMA curator Anne Umland







:: WHITNEY BIENNIAL 2017

:: Projectos no Papel de José Forjaz e José Forjaz Arquitectos, no Camões – Centro Cultural Português, Maputo



EXPOSIÇÕES ATUAIS

COLECTIVA

QUOTE/UNQUOTE


Galeria Municipal do Porto, Porto

Partindo de uma inicial seleção de 200 obras, expõem-se 84, datadas dos anos 60 até aos dias de hoje, assinadas por 49 artistas. Pertencentes à coleção da Fundação EDP, apresentam uma narrativa sobre a mesma, sobre o seu crescimento e significado. Perante a dimensão do espólio e de acordo com o tema proposto, as curadoras procuraram identificar as peças que detêm um gesto apropriativo.
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VALTER VENTURA

OBSERVATÓRIO DE TANGENTES


MNAC - Museu do Chiado , Lisboa
Em português, como em inglês, «tirar», «disparar», aplica-se tanto a uma bala como a uma fotografia, enquanto que em francês, tirar uma fotografia, é fazer-se uma tiragem. Na maioria das línguas há também palavras comuns ao tiro, à caça e à fotografia: o fotógrafo é um caçador de imagens.
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MANUELA MARQUES

MANUELA MARQUES E VERSAILLES A FACE ESCONDIDA DO SOL


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Na Galeria do Piso Inferior, Manuela Marques apresenta o seu projecto, num rizoma conceptual e visual. A deambulação e a intimidade emergem na passagem entre os espaços de Versailles: «corredores destinados ao uso da antiga corte». Desta forma, a artista torna-se uma «flâneur».
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FILIPE MARQUES

FEEL IT, NO FEAR. THE FLESH YIELDS AND IS NUMB/TOCA, SEM MEDO. A CARNE É MACIA E NÃO SENTE DOR


Galeria Fernando Santos (Porto), Porto
Palavras e imagens, físico e fotográfico, visual, auditivo e sensorial, realidade e ilusão unem-se numa harmonia invulgar que cativa, ao mesmo tempo que inquieta, movendo o espetador que se permite a tal experiência. A galeria, habitada por uma luz natural que faz o seu caminho através das grandes montras e se projeta ao longo das paredes brancas, encontra-se desta vez perante uma proposta invulgarmente mais escura.
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ÂNGELO DE SOUSA

ÂNGELO DE SOUSA, UN EXPLORATEUR DÉROUTANT


Fundação Calouste Gulbenkian – Delegação em França, Paris
A sua prática cobriu uma ampla variedade de «mediums», pintura, escultura, desenho, fotografia, instalação, filmes experimentais. Depois de varias exposições retrospectivas da sua obra em Portugal, a Delegação da Fundação Calouste Gulbenkian em França dá a oportunidade aos parisienses de descobrir uma parte do seu trabalho com a sua primeira exposição monográfica naquele país.
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PEDRO VAZ

CAMINHO DO OURO - TRILHO DO FACÃO


Kubikgallery, Porto
Pedro Vaz convida-nos a participar na sua viagem e a descobrir, com ele, um universo de história e passado mas também de futuro. Vamos para o Brasil, para a mais verde e selvagem flora tropical. Viajamos através do olhar do artista, composto por múltiplas imagens da sua passagem por tal ambiente.
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MARIANA CALÓ E FRANCISCO QUEIMADELA

A TRAMA E O CÍRCULO


Museu da Imagem de Braga,
Tal qual num círculo, o espectador vê-se obrigado a percorrer toda a exposição duas vezes, em sentidos opostos, primeiro num movimento ascendente e posteriormente descendente, numa hipotética analogia entre os dispositivos arquitectónico e discursivo.
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