NOTÃCIAS
PREVIEW
3.ª edição Bienal de Arte e Tecnologia INDEX | 7 a 17 de maio, em Braga
Sob o tema “Poder†e as várias relações com a arte e a tecnologia, a 3.ª edição da bienal INDEX incluirá espetáculos, um programa expositivo e conferências, onde se destacam Hito Steyerl, Forensis & Bill Kouligas, McKenzie Wark e José Gil.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
CATHERINE OPIE
TO BE SEEN
National Portrait Gallery, Londres
Reconhecida, sobretudo, pela forma como retrata e apresenta diferentes identidades, comunidades e estruturas de poder, Opie é a autora de uma vasta e impressionante obra. Nos últimos 35 anos, tem-se dedicado sobretudo à fotografia de retrato em diversos contextos e sob diferentes formatos, apresentando, sempre, uma estética cuidada, recorrentemente inspirada em movimentos artÃsticos da pintura clássica e visualidades próprias do tradicional estúdio de fotografia.| LER MAIS | CONSTANÇA BABO |
COLECTIVA
UM SILABÃRIO POR RECONSTRUIR IV
Culturgest (Porto), Porto
Submetida a uma temática especifica, José Maçãs de Carvalho elegeu como mote de Um Silabário por Reconstruir considerar a obra de arte visual por analogia à obra literária, numa relação entre a palavra e a imagem – o dizÃvel e o visÃvel – apresentando como leitmotiv a existência de um potencial narrativo em todas as obras. A partir dos universos artÃstico e literário – incluindo elementos paratextuais – observamos a diversidade de peças que compõem a exposição que entre pintura, desenho, bordado, escultura, vÃdeo e instalação, sugerem uma leitura narrativa.| LER MAIS | MAFALDA TEIXEIRA |
CRISTINA ROBALO
ANTES DE SUBIR À TONA
Fundação Carmona e Costa, Lisboa
Um exercÃcio de distinção, sem perder de vista o fundo, é o que nos propõe a exposição antes de subir à tona, de Cristina Robalo. Com curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues, a exposição ocupa o espaço de arte contemporânea da Fundação Carmona e Costa com obras em formatos e técnicas distintas que, mesmo assim ou por isso mesmo, constituem uma coerente exploração da ideia de desenho e da condição de um "indistinto distintoâ€.| LER MAIS | LIZ VAHIA |
COLECTIVA
SOUND FIELD
3 + 1 Arte Contemporânea, Lisboa
Quando nos posicionamos sobre uma obra de arte sonora, importa debruçarmo-nos sobre as questões de ordem sistémica da arte, bem como o seu domÃnio relacional. A arte sonora compreende, como disciplina artÃstica, uma componente multissensorial e interdisciplinar. Com a preocupação na experiência do ouvinte, sobretudo no intento de desafiar a novas escutas e descobertas, articula tecnologia, instalação, escultura, artes visuais, música experimental, composições sónicas abstractas.| LER MAIS | CARLA CARBONE |
SILVESTRE PESTANA
COLAPSO
Galeria Municipal do Porto, Porto
A combinação infinita das palavras selecionadas pelo artista lembra a atual partilha facilitada de informação e a constante luta de uma verdade no meio de tantos significados. Regressando à poesia concreta e à arte experimental, a poesia de Silvestre Pestana é intemporal e propõe a reformulação de um poema num ato sensorial e visual. Deste modo, o artista oferece-nos um espaço para refletir no poder das tecnologias enquanto força para criar e destruir. Pode-se entender que é da responsabilidade humana identificar quando estes momentos de rutura aprisionam e desencadeiam consequências irreversÃveis.| LER MAIS | ANA CAROLINA ESTEVES |
TARRAH KRAJNAK
REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE
Fondation A Stichting, Bruxelas
Ocupando as amplas salas da Fondation A, a artista apresenta um conjunto de séries que flutuam entre a autorrepresentação e a desconstrução de arquivos históricos. Seu trabalho configura uma prática fotográfica heterogênea que subverte o cânone. Marcada por um profundo viés polÃtico e por uma estética monocromática, a produção artÃstica de Krajnak investiga as cicatrizes de um conturbado perÃodo da história peruana, o genocÃdio de povos originários nas Américas e as representações do corpo feminino. O resultado é um acervo plural que funciona como uma complexa crÃtica a violências históricas e epistemológicas.| LER MAIS | ISABEL STEIN |
COLECTIVA
O PODER DE MINHAS MÃOS
Sesc Pompeia, São Paulo
Se continuo céptica a “exposições de mulheres†ou “exposições que dão a ver o feminino†e variações destes mesmos testemunhos, a verdade é que não tenho como questionar a força que esta exposição ganha ao reunir num mesmo espaço abordagens artÃsticas que têm um mesmo horizonte. Diz Suzana Sousa em vÃdeo promocional da exposição que a origem geográfica das artistas se espraia pelas histórias e lutas e também pela partilha. Não seria por isso possÃvel, na sua colocação, identificar nenhuma das artistas pela sua geografia individual, significando isto que a experiência de ser mulher é partilhada intrinsecamente, mesmo que marcada pela sua definição social e cultural, após o danosÃssimo perÃodo colonial.| LER MAIS | CATARINA REAL |
ARTECAPITAL RECOMENDA - EXPOSIÇÕES
15 MAI - MARIA JOSÉ OLIVEIRA: Eu que já fui eu
MNAC - MUSEU DO CHIADO
15 MAI - COLECTIVA: Fintar a Vida: Caniço, Futebol e o Estado Novo
MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA
20 MAI - MANUEL JOÃO VIEIRA: A ilha púrpura: notas e paisagens
MAAT
ARTECAPITAL RECOMENDA - EVENTOS
16 MAI - VISITA GUIADA: RAIOS, com Adriana Molder
GALERIA 111



















