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wwwwwwwww.jodi.org, 1995" data-lightbox="image-1">
(2) Impressão de ecrã da obra de JODI - wwwwwwwww.jodi.org, 1995

Browsing.com</i>, 2014" data-lightbox="image-1">
(3) Impressão de ecrã da obra de Rafaël Rozendaal - Abstract Browsing.com</i>, 2014


(4) Rafaël Rozendaal - ifnoyes.com, 2013


(5) Petra Cortright - Void Mastery/Blank Control, 2011


(6) Impressão de ecrã da obra de Rafaël Rozendaal - fill this up, 2014

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O NOVO MERCADO DA ARTE: COMERCIALIZAR A NEW MEDIA ART



MARTA RODRIGUES

2015-11-28








Quando escrevi a minha tese de mestrado em 2010 a New Media Art, para além de não ter uma definição concreta, ainda apresentava múltiplas dúvidas para as instituições artísticas relativamente à sua conservação, coleção e apresentação. Pairava a incerteza dentro dos museus pois as estruturas principais dos mesmos teriam que ser repensadas para incluir esta forma de arte tão instável e por vezes intangível nas suas coleções. Para alguns, a New Media Art não devia fazer parte do sistema tradicional da arte. Porém, cinco anos depois assistimos à estabilização deste movimento que já dispõe de uma definição completa e à sua inserção nos museus e meios académicos. Claro que cinco anos é pouco e ainda há muito a fazer pela arte desenvolvida através de meios tecnológicos, nomeadamente a questão da autoria, da partilha, da venda.


Muito rapidamente e antes de avançar é importante termos como ponto de partida uma pequena descrição do que é a New Media Art. Assim como o termo indica esta forma de arte refere-se à arte desenvolvida através dos novos media e das novas tecnologias, apesar de poder ser um pouco mais complexa devido às suas características por vezes variáveis, intangíveis e efémeras. Podemos então afirmar que as obras de arte criadas através da Arte Digital, computadores (gráficos e animação), Arte Virtual, Internet Art, arte interativa, vídeo jogos, robótica, impressão 3D entre outras semelhantes, fazem parte do reportório deste movimento. Quanto aos modos de apresentação as obras poderão surgir como performances, instalações ou até mesmo como arte conceptual ou virtual. (Fig.1)


Então como é que é possível a comercialização de arte que é variável, intangível e, por vezes, efémera? Felizmente já se começa a sentir essa mudança no mercado e a New Media Art já faz parte de coleções de museus, privadas e até já se vê em leilões. A partir do momento em que as instituições artísticas começaram a abraçar este tipo de arte e a inclui-la nas suas coleções abriu-se uma porta para a sua entrada no mercado. Ainda assim, existem uma data de questões que complicam este processo de venda como a autoria, a manutenção e a facilidade com que se pode partilhar e multiplicar estas obras de arte, principalmente nos casos da Arte Digital e da Internet Art, e são exatamente estas questões que devemos procurar compreender.


Apesar de se manifestar desde os anos 60, a New Media Art ainda não está totalmente inserida no mercado da arte e isto deve-se essencialmente à característica anti-sistema que as artes digitais começaram por ter. Por exemplo a Internet Art começou por ser anti-mercado da arte. A ideia era criar uma comunidade separada do sistema já estabelecido do mundo da arte. Por ser uma forma de arte imaterial, de fácil reprodução e acessível a todos, resistia aos critérios do mercado da arte tradicional que prima pela exclusividade e unicidade das obras. Os artistas tinham criado as suas próprias galerias de arte na internet, sem elitismos e sem burocracias. (Fig.2)


Com o passar do tempo a internet cedeu e tornou-se cada vez mais integrada no quotidiano gerando uma nova economia na qual o mundo da arte penetrou e levou ao surgimento de novas iniciativas de venda e promoção de arte online. No meio disto tudo, os artistas acabaram por querer comercializar as suas obras mesmo sendo estas produzidas na internet e totalmente intangíveis. O mesmo acontece com as restantes manifestações da New Media Art e hoje encontramos esta forma de arte em feiras, galerias e coleções de museus.


Existem várias maneiras de tornar uma obra que é facilmente partilhável e acessível a todos, única e acessível a apenas uma pessoa. Por vezes celebram-se contratos entre o artista e comprador para definir as condições de posse da obra ou então, no caso da Internet Art, um website, GIF, ou imagem que funcione num domínio publico é transferido para um sitio local offline onde apenas o comprador pode navegar. Porém, neste caso ao mover a obra do seu estado original online para um estado offline o objetivo principal desta forma de arte perde um pouco o sentido. Para além disso, ninguém nos garante que antes da celebração da venda, enquanto o website esteve online e disponível para qualquer pessoa aceder não tenham havido partilhas o que faz com que a obra possa não ser única. Aqui vale a pena referir o artista Rafaël Rozendaal (desenvolve trabalhos de animação sob a forma de um único website) que criou um sistema de patrocínio, no qual o comprador ganha alguns direitos da obra e tem o seu nome adicionado ao website, mas a página terá sempre que continuar acessível ao publico. O contrato celebrado entre ambos dita que o comprador recebe todos os ficheiros e código da obra e a administração do domínio do website. Para expor ou vender o trabalho o comprador tem que pedir permissão ao artista e tem também a obrigação de manter o website online e acessível. (Fig.3) No fundo, desta forma os colecionadores acabam por patrocinar este tipo de arte e apoiar o desenvolvimento do trabalho do artista mantendo a obra em funcionamento, mas com o seu nome associado.


Outros artistas acabam por criar aplicações desenvolvendo assim uma infraestrutura pré-definida para atribuir preços e distribuir o seu trabalho e ainda um sistema que garante que a obra não é pirateada. O único problema é que não é possível fazer edições limitadas de uma aplicação, qualquer pessoa a pode comprar na App Store no caso de um sistema IOS ou Play Store no caso de um sistema Android, o que faz com que a partilha acabe por ser ilimitada, mas não deixa de ser mais uma opção para os artistas conseguirem vender o seu trabalho digital.


Não poderíamos deixar de mencionar aqui o Paddles On!, o primeiro leilão de arte digital do mundo. Não só leilão como também exposição o Paddles On! foi organizado em 2013 em parceria com a casa de leilões da Phillips, Tumblr e a Paddle8 (uma casa de leilões online) que espelhou o evento no seu website. Um grupo de 18 artistas que trabalham com ferramentas digitais e na internet foram recrutados incluindo Rafaël Rozendaal, Alexandra Gorczynski (pintora digital e instalação), Nicolas Sassoon (um GIF-maker) e Casey Reas (gera trabalhos abstratos através de algoritmos). No final o leilão foi um sucesso e houve de facto quem adquirisse peças bastante “difíceis” como o projeto infnoyes.com um website de Rafaël Rozendall por $3,500 ou um vídeo-performance com a duração de oito horas de Molly Soda (uma estreia no mercado). (Fig.4)


Já vimos que o processo de compra de obras de arte intangíveis e variáveis não é completamente impossível. Porém, como já mencionado anteriormente, é importante refletir nas questões de partilha e autoria deste tipo de arte pois existem alguns entraves que complicam o processo de posse e compra de uma obra.


Na verdade, todos nós sabemos que a partir do momento em que uma coisa está na internet deixa de ser única, deixa de ser nossa e estamos a partilha-la com o mundo inteiro. O mesmo se pode dizer sobre a arte criada através desse suporte, é muito difícil garantir que a obra foi feita por x artista e que agora pertence apenas à pessoa que comprou. Como é que garantimos a autoria da obra? E como é que garantimos que estamos a colecionar uma peça única?


Se já em 1936, Walter Benjamin argumentava no ensaio “A Obra de Arte na Era da Sua Reprodutibilidade Técnica” que a fotografia e o filme iriam por em causa a autenticidade das obras de arte pois podiam ser reproduzidas múltiplas vezes. Agora, com os avanços tecnológicos e com o acesso total à internet é bem mais fácil. Os artistas acabam por celebrar contractos muito detalhados para garantir a validade, autoria e até mesmo a preservação da obra a longo prazo, mas na verdade não há muitas mais precauções, também porque este tipo de arte é completamente direcionado para a Internet e é lá que deve ficar. A fraude e as cópias poderão acontecer, assim como acontece com as obras de arte tradicionais, mas aqui a janela de oportunidade acaba por ser bem maior se for uma obra desenvolvida através da Internet. Voltando a Rozendaal, havendo um colecionador interessado em adquirir uma obra deste artista, este terá que compreender que a obra está acessível ao publico e que irá continuar a estar. O artista mantem uma página web ativa com os links de todas as suas obras de “Website” em http://newrafael.com/websites/. É como se o colecionador estivesse a emprestar uma obra de arte à Internet em vez de um Museu e com uma duração permanente.


Deste modo na hora da compra o mais importante é compreender bem o funcionamento, desenvolvimento e processo da obra de arte e claro o trabalho e percurso do artista, para depois definirem bem as regras de partilha e de manutenção da obra. (Fig.5)


Os restantes desdobramentos da New Media Art acabam por ser mais simples apesar de ser sempre preciso prestar alguma atenção para garantir que os ficheiros digitais ficam apenas na pose do comprador sendo esses os únicos exemplares existentes. 



Portanto não é impossível comercializar obras desenvolvidas através de meios tecnológicos e digitais. Apesar de não ser tão simples como adquirir uma obra palpável, fácil de pendurar na parede é uma questão que precisa de ser mais enfatizada pelos especialistas para chegar aos “calcanhares” das formas de arte mais tradicionais de maneira a deixar de ser uma novidade e dificuldade no mercado para passar a fazer parte dos processos normais de venda.


As questões de preservação para os colecionadores já estão perfeitamente definidas (também acabam por variar de artista para artista) desde que fiquem bem explicadas nos contratos celebrados na hora da compra.


Existem ainda duvidas relativamente a garantir a unicidade das obras com características muito variáveis, mais no caso da Internet Art, o que tem vindo a dificultar o processo de venda deste tipo de trabalhos.


Porém a porta está aberta, os artistas estão cada vez mais a desenvolver trabalhos usando as novas tecnologias o que faz com que as instituições, leiloeiras, colecionadores e o próprio sistema das artes acabe por ceder a este movimento. Já faltou mais! (Fig.6)


 




Marta Rodrigues